Tuesday, January 19, 2010
Indie para uma boa causa...
Au Revoir Simone... Bloc Party... Bon Iver... Grizzly Bear... The Magic Number... The National... The Shins... entre outros... AQUI!
Monday, January 18, 2010
Globos de Ouro 2010
Ora bem! Não sei onde começar tanto é aquilo que tenho para dizer. Impressionante como ontem, durante a realização de mais uma gala dos Globos de Ouro (Golden Globes Awards 2010 para ser mais especifico) tentei convencer-me de que faria um pequeno comentário, sem grandes juízos de valores nem analises aos premiados, aos losers, etc. A verdade é que à medida que o programa desenrolava, encontrava sempre mais alguma coisa para comentar, estivesse eu contente e de acordo, ou contrariado e furioso pela tremenda injustiça que algumas atribuições do globo foram. Enfim, uma noite igual a tantas outras. Vencedores justos e injustos, umas quantas surpresas, discursos e homenagens...
Este prémio prestigia os que trabalham nas áreas de televisão e cinema, sendo que no que toca ao cinema certamente irá haver algumas diferenças relativamente aos Óscares, no entanto, fica já uma ideia do que podemos potencialmente esperar. Não esperem uma critica minuciosa a esmiuçar todo o evento. Levaria-me horas e para ser muito franco, há coisas que não me interessam assim tanto quanto isso. Ahhh e tomar em conta que não memorizei a ordem de entrega dos prémios...
Este prémio prestigia os que trabalham nas áreas de televisão e cinema, sendo que no que toca ao cinema certamente irá haver algumas diferenças relativamente aos Óscares, no entanto, fica já uma ideia do que podemos potencialmente esperar. Não esperem uma critica minuciosa a esmiuçar todo o evento. Levaria-me horas e para ser muito franco, há coisas que não me interessam assim tanto quanto isso. Ahhh e tomar em conta que não memorizei a ordem de entrega dos prémios...
Comecemos...
O seu anfitrião não poderia ser melhor. O sempre engraçado inglês, Ricky Gervais, esteve impecável nas pequenas bocas e na condução de uma sala ao riso fácil e leve em tempos tão escuros e difíceis. Foi regular e acima de tudo muito entertaining num programa que não é especializado nesse campo. Well done mate!
Mo'Nique abriu as hostes da noite com a recepção do globo para Melhor Actriz Secundária num Drama pela sua participação no filme Precious: Based on a Novel by Saphire (um dos vários trailers que disponibilizei no meu FB) com um discurso genuíno tocando todos os presentes no salão.
A fantástica Meryl Streep, que não poderia deixar de estar entre o lote de nomeadas, teve duas na mesma categoria (Melhor Actriz Principal numa Comédia/Musical) tendo ganho pelo filme Julie & Julia.
Sandra Bullock foi uma das felizes contempladas pelo seu papel em The Blind Side. Nunca fui grande fã aqui da Sandra. Sempre achei-a medíocre com apenas uma ou duas participações de valor no seu currículo, no entanto, confesso que fiquei contente só pela sua nomeação porque demonstra a influência que o papel certo aliado à dedicação ao longo dos anos pode ter na carreira de alguém. Será certamente um desempenho a ter em conta para os Óscares.
Na categoria de Melhor Actor Secundário num Drama estava para mim o grande problema. Todos os actores nomeados constam na minha lista de favoritos. Tenho um especial apreço pelo Woody Harrelson, Stanley Tucci, e claro Matt Damon, que de certa fora retirei do meu leque de vencedores porque o seu papel no Invictus não me convenceu o suficiente para ter o mérito de levar um globo para casa. Harrelson on the other hand participa em The Messenger, um super filme e dada a sua qualidade evidente e o seu carisma desejava mesmo que fosse o vencedor nesta categoria. Mas o prémio já estava entregue desde o dia 20 de Maio de 2009, aquando da estreia do filme Inglorious Basterds de Quentin Tarantino. Christoph Waltz surpreendeu tudo e todos com a sua performance como Coronel Landa. Difícil de acreditar que este actor só agora despontou a sua carreira internacional depois de várias participações na televisão alemã e austríaca.
Um globo que adorei ver atribuído foi a Kevin Bacon pelo seu papel num filme feito para televisão chamado Taking Chance. É um actor de que gosto bastante com qualidades dignas de o levar ao pódio como foi ontem o caso.
Um dos momentos mais marcantes da noite de ontem foi a homenagem feita ao grande mestre do cinema, Martin Scorcese, por dois actores, seus protegidos, de gerações diferentes que derreteram-se em elogios ao que é um dos meus realizadores favoritos. Depois de uma montagem com alguns dos filmes mais marcantes da sua carreira, o globo foi entregue por Robert De Niro e Leonardo DiCaprio. Este prémio é emblemático e de grande peso nos globos de ouro dado a inscrição do nome de Cecil B. DeMille, personalidade lendária na indústria cinematográfica a que Marty Scorcese diz ter muito orgulho juntar-se. Na sua recepção o seu discurso foi fluido, carregado de conhecimento, reconhecimento para com a indústria e aqueles que fizeram para a preservar, desenvolver e enriquecer. Foi com muita humildade que subiu e desceu do palco sob uma chuva de aplausos sentidos para um dos melhores realizadores de todos os tempos.
Sem surpresas no melhor filme estrangeiro, vimos Das weisse Band - Eine deutsche Kindergeschichte de Michel Haneke ganhar o prémio, enquanto para Melhor Comédia/Musical era uma luta a dois entre: Hangover e (500) Days of Summer, tendo sido o primeiro a levar o prémio para casa. Sem muito a dizer, estou ciente da qualidade de ambos, logo qualquer um dos dois me parece justo sair como vencedor.
Houve o prémio para Melhor Actor Principal numa Comédia/Musical que foi entregue a Robert Downey Jr. pelo seu Sherlock Holmes. Nada a dizer. De facto o seu papel está fantástico, com uma qualidade superior ao filme em si, não querendo dizer que este é mau, (bem pelo contrário) mas simplesmente Downey Jr. está acerrimamente num outro patamar. A sua entrada em palco e o seu discurso de aceitação foram recheadas de charme e humor muito apreciado pela audiência no evento. A nível pessoal apenas lamento que Gordon-Levitt não tenha ganho pelo seu (500) Days of Summer, aliás, o filme não foi contemplado com nenhum prémio (a concorrência era de peso).
Na categoria de Melhor Actor Principal num Drama, a concorrência era forte e eu para ser sincero depositei a minha confiança (por instinto) no Colin Firth pelo seu filme A Single Man de Tom Ford, mas foi Jeff Bridges o vencedor entre os male leading actors, que aquando da sua curta caminhada ao palco a plateia prestou-lhe uma grande homenagem. Não percebi se foi um gesto de reconhecimento para com a sua carreira, ou se de facto o seu papel no filme Crazy Heart não levanta qualquer tipo de dúvidas em relação à atribuição do globo de ouro. Enfim... esperar para ver!
Por último, guardei propositadamente as categoria de Melhor Realizador e Melhor Filme. Foi com alguma relutância que vi os prémios serem atribuídos a James Cameron e o seu filme Avatar, que sendo uma longa-metragem encarada como um marco cinematográfico pela sua inovação e criatividade, está longe de ser um óptimo filme. Não aceito que toda a parte visual e o trabalho depositado no desenvolvimento deste campo seja o suficiente para ser galardoado nestas categorias. Sendo este blog um espaço meu, intrínseco a opiniões e a influências exteriores, será escrito aquilo que eu bem entender... afinal de contas o espaço é meu! Revelo portanto aqui o meu descontentamento, afirmado que os que torceram e votaram para que o filme ganhasse os respectivos prémios, são completamente desvairados e obtusos, fáceis de encantar e cativar, com a utilização de state of the art tecnology para compensar pela verdadeira arte de film making. Não querendo levantar o debate relativo aos recursos tecnológicos a que hoje se tem acesso e a sua influencia no fabrico de longas-metragens, acho que neste caso vai para além desse aspecto. Um filme sem grande complexidade, sem grande história, sem representações fortes e carregado de clichés NUNCA pode ser contemplado da maneira que foi. Ainda para mais tendo filmes como o Hurt Locker, filme esse que foi de certa forma reconhecido pelo próprio Cameron quando subiu ao palco para receber o prémio. Foi com espanto e felicidade à mistura que confessou:
Vá lá... ao menos isso! Para mim era evidente que o Hurt Locker seria o grande vencedor na noite, contrapondo o trabalho da ciência digital, que deve ser reconhecido, mas não desta maneira...
Saturday, January 16, 2010
quando as covers são tão boas ou melhores que as originais...
Original: Leonard Cohen Original: LCD Soundsystem
The Road (2009)
Não conheço o livro, mas conheço o seu autor Cormac McCarthy, responsável por muitos pedaços de literatura aclamados pelo mundo fora como No Country For Old Men, adaptado também para a grande tela.
The Road conta a história de um pai e filho num mundo pós-apocalíptico, sendo que não temos referencias ao porque de se encontrar naquele estado. Durante o decorrer do filme, basicamente seguimos as duas personagens principais na sua viagem para sul (à procura de locais mais quentes) e a sua luta para sobreviver.
A história é fabulosa. A realização impecável. Tive o filme todo de "biquinhos de pés", sempre ansioso para ver o que acontecia. Após o seu final a meu ver espectacular, mas que deixa "água na boca", retirei diferentes mensagens oriundas do meu nível de interpretação. Embora por vezes confuso, com o tempo fica tudo claro e o raciocínio fluido. Viggo Mortensen e Kodi Smit-McPhee carregam o filme as costas, embora ainda tenhamos Charlize Theron, Robert Duvall e Guy Pearce, com pequenos mas óptimos momentos. Ahh... e o cenário onde o filme se desenrola está maravilhosamente credível. Os locais onde a acção decorre estão muito bem retratados, parecendo de facto um mundo sinistro, caótico e destruído como sugerido pelo autor no livro.
Fiquei mais que satisfeito com filme e só tenho pena de não ter lido primeiro o livro, pois deve ser super interessante. Recomendo.
Fiquei mais que satisfeito com filme e só tenho pena de não ter lido primeiro o livro, pois deve ser super interessante. Recomendo.
Friday, January 15, 2010
M83
O vídeo que seleccionei é totalmente irrelevante. Não havendo um clip oficial, limitei-me a escolher aquele que apresentava algo de interessante, em prol da tipica fotografia da banda ou de uma série televisiva que porventura já passou a música em tempos. Eu só pretendo dar a conhecer o grupo M83, grupo este que eu próprio ainda me encontro a conhecer. Originalmente de França, M83 tem tido algum destaque nos media e uma boa critica... acho portanto apropriado que vos aconselhe que ouçam alguns dos seus albuns.
Thursday, January 14, 2010
Vergonha na vossa cara ZON LUSOMUNDO
Como é que é possível este filme, provavelmente o mais forte candidato a ganhar o óscar na categoria de melhor filme estrangeiro, estar apenas disponível num cinema (Zon Lusomundo) em Lisboa, o Avaláxia? Como?! Que atrasado mental estará por detrás de tal asneira? E mesmo que usem como argumento o facto de talvez não ser o filme mais rentável, o que é que aconteceu à parte cultural? Não interessa? E digo mais, se vamos falar de números (€'s) então alguém que me explique o que fazem em exibição filmes como Parceiros no Crime (uma merda de filme) ou Bright Star ? Com "O Laço Branco" ao menos já sabem que é de um super realizador! Sabem que a critica tem sido fantástica! Sabem dos prémios angariados e as potenciais nomeações... é dificil de ignorar um filme destes, mas a ZONLUSOMUNDO conseguiu isso na perfeição.
VERGONHA NA VOSSA CARA!!
Wednesday, January 13, 2010
Guia de sobrevivência, do Senhor Nelson Mandela
INVICTUS
Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
por: William Ernest Henley
Prisioneiro Nº 46664
Um bom filme! Daqueles que inspiram a audiência na resolução de diferenças, na procura de um mundo melhor, no amor ao próximo.
Baseado numa obra intitulada Playing The Enemy: Nelson Mandela and The Game That Changed a Nation do autor John Carlin, Invictus (2009) conta a história da forma como Nelson Mandela juntou os habitantes da África do Sul, depois de uma era negra dominada pelo Apartheid, através do Rugby. François Pieenar, o seu capitão, através da inspiração obtida por Mandela liderou a sua equipa ao titulo de Campeão Mundial, obtendo desta forma a concretização de um marco que mudaria para sempre a história do País.
Clint Eastwood têm aqui mais uma excelente obra de sua autoria com uma história bem narrada e diálogos sólidos (sem ser espectacular) bem como uma banda sonora interessante. Mas é no seu poder de entretenimento e na sua mensagem que encontramos os seus pontos fortes aliados aos desempenhos formidáveis de Morgan Freeman como Nelson Mandela e Matt Damon no papel do capitão de equipa da selecção de rugby Sul Africana, François Pieenar. Porém, fiquei com a sensação que acabei o filme desiludido. Não há como negar que o trabalho é bom e tal fica assente nos elogios que aqui faço, mas tendo em conta o realizador e os actores, bem como a história de que trata pensei que seria uma daquelas obras que acabaria de ver completamente rendido à sua evidente qualidade. Achei mesmo que diria ser um super filme, como poucos existem. Mas não! Não vou além do "é um bom filme"! Bastante acima da média, obra que adorei ver, mas ao contrário expectativas que criei, não entra directamente e sem hesitações nos meus filmes favoritos como esperava.Talvez tenha sido o excesso de momentos em câmara lenta que me incomodaram. Talvez a pouca e rápida exploração de algumas cenas interessantes. Não sei... mas a verdade é que não o deixo de recomendar, aliás, incentivo! Porque como disse, reside neste trabalho a história de um homem importantíssimo que todos nós devemos conhecer, bem como uma mensagem épica.
Clint Eastwood têm aqui mais uma excelente obra de sua autoria com uma história bem narrada e diálogos sólidos (sem ser espectacular) bem como uma banda sonora interessante. Mas é no seu poder de entretenimento e na sua mensagem que encontramos os seus pontos fortes aliados aos desempenhos formidáveis de Morgan Freeman como Nelson Mandela e Matt Damon no papel do capitão de equipa da selecção de rugby Sul Africana, François Pieenar. Porém, fiquei com a sensação que acabei o filme desiludido. Não há como negar que o trabalho é bom e tal fica assente nos elogios que aqui faço, mas tendo em conta o realizador e os actores, bem como a história de que trata pensei que seria uma daquelas obras que acabaria de ver completamente rendido à sua evidente qualidade. Achei mesmo que diria ser um super filme, como poucos existem. Mas não! Não vou além do "é um bom filme"! Bastante acima da média, obra que adorei ver, mas ao contrário expectativas que criei, não entra directamente e sem hesitações nos meus filmes favoritos como esperava.Talvez tenha sido o excesso de momentos em câmara lenta que me incomodaram. Talvez a pouca e rápida exploração de algumas cenas interessantes. Não sei... mas a verdade é que não o deixo de recomendar, aliás, incentivo! Porque como disse, reside neste trabalho a história de um homem importantíssimo que todos nós devemos conhecer, bem como uma mensagem épica.
Apesar de referenciar o óptimo desempenho por parte dos dois leading actors, quero apenas destacar o senhor Morgan Freeman por ter executado na perfeição uma text book performance de uma personagem carismática que o mundo teve a felicidade de conhecer. Representar uma figura como Mandela é uma tarefa bastante dificil, mas Freeman esteve à altura do desafio. Carregou todo o seu carisma, charme, boa vontade e coração. Demonstrou como é representar na tela um líder exímio, uma pessoa que lidera por exemplo, um modelo que todos nós ambicionamos ser e seguir. Até na sua voz distinta encontrámos um elemento que encaixa na perfeição para a leitora de um poema, no qual o titulo do filme é inspirado, que na minha opinião é das coisas mais bonitas que já ouvi. (será eventualmente posto neste blog ainda hoje)
Enquadrado nesta descrição de Mandela enquanto líder e exemplo para a humanidade está também uma citação que retirei do filme e que gostaria de aqui partilhar:
Não percam este filme para não só passarem um excelente serão, mas para conhecer de forma mais intima duas personagens do mais interessante que há e os lindíssimos momentos que nos proporcionaram em 1995, alterando consequentemente o decurso da nossa civilização contemporânea.
Enquadrado nesta descrição de Mandela enquanto líder e exemplo para a humanidade está também uma citação que retirei do filme e que gostaria de aqui partilhar:
Forgiveness starts here too! Forgiveness liberates the soul, it removes fear!
That is why is such a powerful weapon!
(Nelson Mandela)
Não percam este filme para não só passarem um excelente serão, mas para conhecer de forma mais intima duas personagens do mais interessante que há e os lindíssimos momentos que nos proporcionaram em 1995, alterando consequentemente o decurso da nossa civilização contemporânea.
curiosidade: para aqueles que não sabem, o titulo deste post é uma referencia ao número que Nelson Mandela usou durante os 27 anos em que esteve detido na prisão da ilha Robben.
Tuesday, January 12, 2010
Sr. Doutor Professor Miles Davis
Hoje passou-se um daqueles momentos que ficarão comigo para a história. Basicamente tinha agendado para hoje a defesa de um trabalho de grupo de uma das cadeiras mais temidas e exigentes do meu curso na Universidade Católica. Esse trabalho foi provavelmente dos que mais requeri-o da nossa parte uma mudança de atitude no que toca à sua abordagem e à nossa postura, para compensar o grande atraso apenas proporcionado pela nossa falta de empenho e preguiça inicial. Portanto, tendo nós desperdiçado parte do tempo que tínhamos para a elaboração da nossa pesquisa, como podem calcular o trabalho ficou alguns furos abaixo do que nós aspirávamos. Não tinha a inclusão de material que pretendíamos e tinha vários erros/lacunas por corrigir. Enfim... voltando ao dia da defesa. Depois de uma abordagem por parte das duas professoras com o intuito de decifrar o nosso nível de conhecimento bem como o nosso grau de influencia no trabalho, foi-nos perguntado no fim se tínhamos algum comentário final para fazer. Aproveitei para pedir desculpa por alguns dos erros crassos que tínhamos cometido, sendo que alguns deles eram mesmo evidentes e que nos escaparam. As professoras então respondem com uma citação de um dos melhores músicos de Jazz de sempre, e pessoalmente um dos meu favoritos... o fantástico Miles Davis.
Do not fear mistakes. There are none!
Achei de um bom gosto e de uma tremenda sensibilidade evocar um artista deste calibre para na altura nos dar uma lição, lição essa que embora possa estar enquadrada nos valores do nosso senso comum, não deixa de ser importante ouvir/relembrar, ainda para mais tendo em conta a situação e de quem é proveniente a citação. Além de ter sido um momento extremamente didáctico, de facto chamou-nos a atenção para a influência que os erros têm na nossa educação e aprendizagem, sendo tanto num contexto académico, como pessoal ou profissional. A partir daqui gerou-se uma conversa interessantíssima sobre artes em geral e as mentalidades que moldam a nossa sociedade que me despertou para um lado mais pessoal de ambas as professoras, que por este momento sozinho, depois daquele ambiente tenso devido ao nosso nervosismo, acabaram por proporcionar um momento agradável, contrastando por completo com o inicio da nossa sessão.
E portanto, como forma de celebrar a eventual conclusão deste semestre bem como homenagear ambas as professoras pela demonstração precisa de como motivar um aluno, deixo aqui dois dos meus temas favoritos (entre vários) tocados por Miles Davis acompanhado por John Coltrane.
E portanto, como forma de celebrar a eventual conclusão deste semestre bem como homenagear ambas as professoras pela demonstração precisa de como motivar um aluno, deixo aqui dois dos meus temas favoritos (entre vários) tocados por Miles Davis acompanhado por John Coltrane.
a minha promessa cumprida...
Aqui está como prometi... o meu post sobre os:
Uns "posts" atrás, no post dos Snow Patrol para ser mais especifico, disse que lhes dedicaria um comentário, isto porque, existe um elo de ligação entre os SP e os Reindeer. Passo a explicar...
Os Reindeer Section são uma super-banda indie, de origem escocesa, formada em 2001 por Gary Lightbody dos Snow Patrol. Os seus membros são mais que muitos, oriundos de várias bandas populares no circuito indie como Belle & Sebastian, Alfie, Snow Patrol, Mogwai, Astrid, entre outros. Até ao momento só lançaram dois álbuns intitulados Y'All Get Scared Now, Ya Hear! (2001) e Son of Evil Reindeer (2002). Embora não se saiba se estão a planear mais algum lançamento, Gary Lightbody não fecha de todo essa porta...Gosto bastante de ambos os cd's e aprendi a apreciar ainda mais os Snow Patrol por causa deste projecto feito à margem. Podem ver no YouTube os próprios SP cantarem temas de autoria conjunta pelos Reindeer Section.
Deixo-vos aqui uma malha chamada Cartwheels, malha esta que me levou a ouvir a banda pela primeira vez. Para aqueles com boa memória, certamente se recordarão deste tema na banda sonora da série The O.C.
Meanwhile, deixo a mesma malha, mas desta interpretada apenas pelos Snow Patrol e ao vivo...
Espero que gostem...
Monday, January 11, 2010
Era Moderna
Finalmente tenho tempo para fazer o tal post de que andava tão ansioso para fazer. Ansioso porque se trata de música (e da boa!) e porque está enquadrada no cenário nacional...
Portugal está a atravessar uma "Era Moderna" no que toca à música indie. De facto têm sido várias as bandas que despontam neste circuito musical, com indicações de que podem realmente angariar vários adeptos a longo prazo. Grupos como Os Golpes ou Os Velhos são exemplo disso. Eu, que não estava bem dentro desta realidade, até porque sempre fui muito mais dado a ouvir trabalhos de escala internacional em prol dos nossos tugas, comecei a reparar em sites/blogs bastantes referencias (de qualidade) a artistas como Samuel Úria, Legendary Tigerman e os já mencionados Os Golpes. Até o facto de ter alguma proximidade com o João Só me conferiu um alargado conhecimento musical deste meio. Curioso como sou (e "rigoroso musicalmente") fiz a minha pesquisa, ao que não tive dificuldade em encontrar o álbum dos Golpes - Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco (2009) - seguido do EP de um grupo então (completamente) desconhecido chamado Os Velhos. Expectativa era zero porque não tinha nenhum modelo para me basear. O meu amigo que me os deu a conhecer apenas disse para ouvir sem que tivesse qualquer tipo de informação para que fosse "apanhado de surpresa". Na eminência de ouvir pela primeira vez o vocalista, a parte instrumental já me dizia muito. Estava perante uma sonoridade muito semelhante a um dos meus grupos predilectos, os The Strokes, a quem eles próprios devem fazer referência com o nome de um dos seus singles, Era Moderna, à semelhança do que acontece com os The Strokes com a malha Modern Age retirada do álbum This Is It.
Aqui ficam dois temas, um dos Golpes e outro dos Velhos, sendo este último um vídeozinho elaborado por mim sem grande engenho ou dedicação. O importante era mesmo ter a música online no YouTube (espero que Os Velhos não se importem).
Continuação de boas malhas meus amigos...
Sunday, January 10, 2010
Impossivel ficar parado!
Aqui está um excerto vídeo do Festival Cascais Jazz em 1976 no Pavilhão Dramático de Cascais.
Sonny Rollins, um dos maiores instrumentistas de sempre, acompanhado pelo seu quinteto, manda um show brutalissímo com o tema Don't Stop The Carnival, uma malha que para mim tem uma essência latina de fazer a plateia se levantar e dançar. Nesta altura de exames, espero que isto vos anime...
Saturday, January 09, 2010
"I love it when a movie comes together..."
Old-School:
In 1972 a crack commando unit was sent to prison by a military court for a crime they didn't commit. These men promptly escaped from a maximum security stockade to the Los Angeles underground. Today, still wanted by the government, they survive as soldiers of fortune. If you have a problem, if no one else can help, and if you can find them, maybe you can hire...
New School:
One year ago an elite commando unit was sent to prison for a crime they didn't commit. These men promptly escaped from a maximum security facility. Today, still wanted by the government, they survive as soldiers for hire. If you have a problem, if no one else can help, and if you can find them, maybe you can hire...
The A-Team.
(à pois é... estão de volta)
Saudade...
Ontem, dia 8 de Janeiro 2010, fez 7 anos desde que o meu querido avô faleceu vitima de um acidente de viação. Foi um dia especialmente triste para Portugal que viu partir uma das suas figuras mais emblemáticas. Um verdadeiro artista que se entregou de corpo e alma ao teatro/cinema/televisão bem como a pintura e que imortalizou várias das suas obras para um estatuto de culto. O "Fado do Cacilheiro" é um dos exemplos disso. Fazem falta figuras assim. Carismáticas, talentosas com uma qualidade única para saber por um sorriso na cara dos Portugueses. Tenho pena de no auge da sua carreira ser demasiado criança para me lembrar ao certo da maioria do seu trabalho. Recordo-me com mais afinidade as várias telas espalhadas pela sua casa e de ficar a olhar para elas com imensa alegria e admiração. Tenho saudades... saudades de correr pela casa, entrar pelos quartos a dentro e ver o meu avô de frente para a tela e com pincel na mão. Saudades de ver a família reunida na sala tudo na "palhaçada". Até algumas das discussões recordo com nostalgia. Faz-me imensa confusão. Os estragos que a sua morte teve na nossa vida foram evidentes. Durante anos algumas pessoas não foram mais as mesmas. Como se o "arlequim" dentro de nós tivesse morrido um pouco. Não morreu, é certo. Mas demorou muito tempo até se conseguir levantar. Procuramos refugio onde conseguimos. Lembro-me perfeitamente quando recebi a noticia e o dia seguinte. O velório e o funeral que foram dois dos momentos mais tristes em toda a minha vida. Mas também dos mais "alegres" porque vi a concentração de pessoas que se gerou e da força que fizeram questão de passar para todos os presentes. Foi quase como um "trabalho de equipa" no seu pico máximo. Vieram pessoas de todo o lado. Familiares, amigos chegados, conhecidos, pessoas do meio artístico ora chegadas, ora apenas familiarizadas com o seu trabalho, que embora não conhecessem o meu avô, tinham um tremendo respeito pela sua vida e obras. Marcaram presenca tambem inumeros portugueses "anónimos", palavra que hesitei usar por nao querer correr o risco de denegrir aqueles que se prestaram marcar presenca. Foi uma sentida homenagem a um homem que tanto lutou, dentro das suas tristezas e desilusões pessoais, para animar o País em tempos escuros e privados de liberdade.
Admiro-o muito! Muito Mesmo!
Olho para o meu retrato no quarto todos os dias e sinto um tremendo respeito... saudade... e pena de não puder ter uma maior influência sua durante estes meus anos de formação como homem. Porém, tenho também um orgulho enorme em carregar o seu nome, José Viana, no meu. E isso lembra-me todos os dias da minha responsabilidade não só para o meu avô, mas para a minha família.
Espero que tenha forma de ler o meu blog para que veja isto...
Um beijinho,
Duarte José Viana de Mendonça
Livro Biográfico (escrito por L. António) Vinil - O Pastor da Serra Meu Retrato
Thursday, January 07, 2010
Run Duarte Run
Odeio correr. Odeio Odeio. É daquelas actividades recreativas ou formas de desporto que mais abomino. Parece que não há ali grande propósito. Um objectivo. Correr num jogo de futebol ou basket... aí sim! Não me importo nada e nem dou conta. O grau de motivação é outro. Agora correr as in jogging... uma seca. Corro porque não tem qualquer valor monetário attached, é quando eu quero, não necessito de instruções de um PT nem estou dependente de ninguém.Porém, apesar de todos estes argumentos serem válidos, creio que não fosse por um objecto em concreto, não iria aguentar esta rotina da corrida.Esse objecto é o leitor mp3. Não fosse o mp3 a corrida seria o maior pesadelo da minha vida. A sério! Já aconteceu ir para o paredão e esquecer-me do meu iPod Shuffle, o melhor device para desporto (que super publicidade - i want my money Steve Jobs) e o tempo parece que pára, mas não naquele bom sentido. A minha corrida demora séculos. De Cascais à praia da Azarujinha, parece antes uma viagem de comboio Lisboa ao Porto. Mas vá (vá onde?), graças às "novas" tecnologias posso fazer, aquilo que faço em casa, na rua, which is nice. Não vivo sem música e gosto de a ter por perto. Além disso tenho uma vista magnifica. É uma das (muitas) regalias de viver em Cascais. Viver junto ao mar, com aquela visão única do azul, sentir o sal, a areia, são elementos que fazem desta terra a minha casa. Adoro. Agora, combinando música, com paisagem e a minha mente easily distractive e produtiva, temos um dos meus serões favoritos. Basicamente transformei uma das minhas actividades mais odiadas para uma das preferidas. Não estou a ser lá muito coerente, pois não? Tenho plena noção disso, mas em vez de perder tempo a ponderar nas razões e porquês, simplesmente "abraço" este meu prazer (re)descoberto através da corrida. O meu momento zen! Momento onde faço reflexão do meu dia, dos meus desejos, das minhas virtudes e defeitos. Onde faço constantemente videoclips para todas as situações possíveis. Seja através dos anónimos que à minha volta circulam ou dados momentos da minha vida. Verão, noitadas, desporto são apenas algumas das temáticas. E quem não ouviu uma música e imaginou-se em palco a cantar ou tocar essa malha? Essa viagem brutal que muitas vezes fazemos sem dar conta e quando damos por nós estamos a tocar air guitar ou drums? E as músicas que dão pica? Aquelas que até parece que dão força às pernas para correr? Eu tenho milhares dessas. São tantas as coisas que a música ou a travessia pelo paredão de Cascais me proporcionam que ficaria aqui horas a escrever. Correr afinal não é assim tão mau. Plus, it keeps me in shape, o que é óptimo pois estava mesmo a precisar. Esta vida sedentária com pouco movimento e desporto, aliado à minha alimentação fantástica (espero que percebam que estou a ser sarcástico), estava a dar cabo da minha mente e corpo. Enfim, como podem ver existem mil benesses que tenho retirado desta vida activa que implementei desde finais de Setembro e que pretendo manter. Faz de mim um homem rapaz são, mais leve, muito menos complicado ou problemático e com mais qualquer coisa para escrever aqui no blog, mesmo que seja totalmente idiota ou demasiado pessoal para alguém se interessar.
Wednesday, January 06, 2010
João Só e os Abandonados
Cumpro aqui a promessa que fiz a um amigo, que só adiei porque quis ouvir o álbum umas quantas vezes antes de fazer o meu comentário. Embora, como tenha referido, esteja a cumprir uma promessa, este comentário seria eventualmente escrito. Ao dia que passa, torna-se mais dificil "ignorar" (e digo isto não no sentido pejorativo) o João e os seus Abandonados. Estão em todo o lado. Pudera... desde os tempos de PB e os Emprestados, João Pinto Basto manteve-se igual a si mesmo. Alma Pop-Rock, letras com aquele toque oriundo das histórias boy meets girl, influências de Rui Veloso, Jorge Palma, Sérgio Godinho e principalmente dos Beatles (a sua maior referência pessoal/artística). Agora com a sua nova banda composta por António Fontes, Paulo Jesus, Zé Preguiça e Nuno Canina (da esquerda para a direita tendo por referência a fotografia) lançou este ano o seu primeiro álbum homónimo. É fácil de ouvir, com onze faixas melódicas e obviamente comerciais, mas de bom gosto. O seu primeiro single, Meu Bem, teve algum protagonismo nas rádios e MTV Portugal, embora não conste no meu Top 3 temas do CD. Cresce e Desaparece (música "emprestada" da sua carreira musical antes dos Abandonados), Anda Daí e o mais que evidente A Marte são a meu ver os temas que me levam a ouvir o álbum em casa e no carro.A popularidade da banda têm sido crescente, tendo já bastantes concertos no seu portefólio, incluindo uma presença no festival SuperBock em Stock 2009. Além dos temas gravados para o álbum, têm dois singles acústicos que gravaram (e filmaram) para a época natalícia sendo eles, Natal em Branco (um tema de que gosto bastante) e A Todos Um Bom Natal.
É sem dúvida um prazer ver alguém como o João singrar neste meio que é altamente competitivo. Embora não se defina como um grande instrumentista ou cantor, mas sim compositor, é na música que encontra a sua grande paixão. Possuidor de um bom gosto musical e uma enorme vontade de ter sucesso, (bem como o resto da banda, pelo menos assim diz o João) podemos certamente esperar mais surpresas de João Só e os Abandonados.
Tuesday, January 05, 2010
Call me what?
CALLmeKat
Esta rapariga proveniente da Dinamarca é uma daquelas descobertas no mínimo interessantes. Ouvi-a pela primeira vez no concerto das Au Revoir Simone, na Union Chappel em Londres. CALLmeKat juntamente com outro grupo, Alessi's Ark, abriram o espectáculo. Apenas com um sintetizador em palco, foi possível para a audiência ter uma amostra daquilo que me pareceu uma fusão de Au Revoir Simone com Cat Power. Quando cheguei a Portugal fiz alguma pesquisa dela, mas visto que ainda é bastante desconhecida, não tinha acesso a muito mais além do myspace. Hoje, já se encontra disponível e de fácil acesso, o álbum dela intitulado Fall Down (2008). Não digo que é fantástico nem prometo que gostem, apenas digo que considero esta artista um bocado de fresh air.
The NY Times em grande...
Um projecto do jornal americano The New York Times intitulado T Screen Test Films, onde basicamente temos entrevistas feitas a celebridades, conduzidas por Lynn Hirschberg, uma das responsáveis pela The New York Times Style Magazine (revista que vem "anexada" ao jornal).
De todas personalidades entrevistadas (das quais vocês terão acesso a todas se acederem ao link para verem o vídeo directamente do YouTube ou na hiperligação que coloquei ali na "intro"), achei por bem começar pelo Joseph Gordon-Levitt. Não por ser a primeira entrevista deste projecto, nem pelo facto de ter ficado impressionado com o último (super) filme que vi, (500) Days of Summer, no qual ele protagoniza. Decidi colocar a entrevista deste miúdo simplesmente...
...porque ele é um actor do caraças!!
Monday, January 04, 2010
Sunday, January 03, 2010
A começar bem 2010...
... com mais um shot at the buzzer !
Expectativas Altas...
...defraudadas...
À esquerda temos o poster para o filme The Invention of Lying (2009) realizado em par por Ricky Gervais e Mathew Robinson. O filme tem uma premissa bastante interessante. A história parece ser original e divertida. Gervais além de realizar e protagonizar, também escreveu o argumento, algo que a meu ver suscita logo imenso interesse... afinal de contas, estamos a falar do mesmo autor responsável por duas das séries televisivas mais originais e divertidas de sempre (The Office / Extras). O o filme começa bem mas com o decorrer do tempo parece que acabam por se desleixar. A narrativa perde um bocado interesse, as decisões tomadas são as mais fáceis e previsíveis, banalizando por completo este trabalho. O elenco é "simpático" com algumas personalidades de que gosto bastante como Rob Lowe (hilariante), Johan Hill, Tina Fey, Jeffrey Tambor e o interesse romântico do protagonista, a lindíssima Jennifer Garner... mas é nos cameos que encontramos as maiores surpresas e momentos de diversão (óbvio que não vou denunciar quem são os actores que contribuem). O filme prometia imenso, o trailer deixa água na boca e apesar de ter passado um serão agradável, não posso dizer que esta longa-metragem esteja além do razoável.
À direita, temos o aguardado drama do realizador Nick Cassavettes, responsável por uma outra adaptação de um livro que se tornou um sucesso comercial cinematográfico (The Notebook). O filme chama-se My Sister's Keeper (2009) e é baseado num best-seller de Jeremy Leven com o mesmo nome. Achei o filme um fracasso tendo em conta as minhas expectativas. As cenas dramáticas são demasiadas, todas elas a puxar pela lágrima que no meu caso não surgiram porque achei tudo demasiado forçado. A representação a meu ver ficou muito aquém do que esperava. Via neste filme uma oportunidade para Cameron Diaz se revelar como actriz mas confirmou apenas o facto de que, embora tenha alguma qualidade, não tem o estofo das grandes actrizes. Personagens carismáticas para mim só as que foram desempenhadas por Jason Patric e Alec Baldwin, num filme onde tudo foi trabalhado para "amar-mos" até à exaustão quase todas as personagens envolvidas. Don't get me wrong... eu sou fã de filmes lamechas. A sério que sou. Mas é preciso haver alguma perícia in the making e penso que aqui não é o caso. Fiquei extremamente desiludido porque criei expectativas altas pelo trailer, elenco e muito também pela Cameron Diaz que esperava uma performance reveladora. Enfim... secalhar fica para uma próxima.
Revelação
Uma das minhas descobertas com a banda sonora do filme (500) Days of Summer
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