Saturday, May 08, 2010

Quero isto na pista!



Rod Stewart - Young Turks

Billy left his home with a dollar in his pocket
And a head full of dreams

He said - somehow
someway it's gotta get better than this.
Patti packed her bags left a note for her mamma -
She was just seventeen
There were tears in her eyes when
she kissed her little sister goodbye.

They held each other tight as they drove on through the night

They were so exited.
We got just one shot at life let's take it while we' re still not afraid

Because life is so brief and time is a thief when you're undecided
And like a fistful of sand it can slip right through your hands.

young hearts be free tonight
time is on your side.
Don't let them put you down
don't let 'em push you around


Don't let 'em ever change your point of view.

Paradise was closed so they headed for the coast in a blissful manner

They took a two room apartment that was jumping every night of the week.
Happiness was found in each others arms as expected

Billy pierced his ears
drove a pickup like a lunatic.

young hearts be free tonight
time is on your side. . . .

 - Come on Billy -
 young hearts be free tonight
time is on your side.


Billy wrote a letter back home to Patti's parents to try to explain.
He said we're both real sorry that it had to turn out this way
But there ain't no point in talking when there's nobody listening
So we iust ran away. -
Patti gave birth to a ten pound baby boy
yeah

Young hearts be free tonight
time is on your side
 Young hearts be free tonight
time is on your side
 Young hearts be free tonight
time is on your side
 Young hearts gotta run
be free to live


Time is on your
time is on your side.
Time
time
time
time is on your side
is on your side
is on your side
Young hearts be free tonight
tonight
tonight
tonight
tonight
yeah
Time is on your side.

Friday, May 07, 2010

Thursday, May 06, 2010

Podem...

... ter todas um registo semelhante... podem não ter entre mãos o trabalho mais original... podem enjoar alguns de muito ouvir... e até podem ter levado uma péssima critica no Pitchfork... 

MAS EU CURTO PA CARAÇAS!


The Airborne Toxic Event





Innocence (brutal)     Something New            Gasoline



Wednesday, May 05, 2010

Banda-Sonora 3 em 1


Apresento-vos uma música que marcou a minha infância... Composta por Randy Eldman, serviu como tema central do filme Dragon: The Bruce Lee Story

Marcante porque enquanto crescia tinha como um dos meus vários ídolos, o lendário Bruce Lee. Recordo-me sempre de regressar da Escolinha Tia Ló e muitas vezes ter cassetes VHS que a minha mãe alugava de filmes clássicos como Way of The Dragon (1972) ou Big Boss (1971). Mais velho, todas essas memórias que tinha, de visionar obras do grande mestre das artes marciais, surgiam com um sabor nostálgico especial sempre que via Dragon: The Bruce Lee Story. Era uma daquelas longas-metragens que gostava de  ver vezes sem conta... encantado com o conto lendário de uma das figuras mundiais mais emblemáticas de sempre.

Mas chega de divagar porque não é sobre o filme que quero escrever, mas sim sobre a música que aqui "postei". 
Sendo o tema central da banda-sonora um trabalho de corte fino e de uma imensa carga emocional, é certo que dificilmente teria ficado indiferente ao que ouvia na época. Pois está, que de facto, a música deixou marcas e curiosamente, mesmo eu mantendo distância do filme biográfico sobre Bruce Lee, nunca me deixou de acompanhar. A música orquestrada sob a batuta de Randy Eldman continuou a marcar presença através de trailers, pequenos clips, entre outras coisas.

Hoje, a caminho do trabalho, a música randomly começou a tocar no meu telemóvel, tendo eu reparado no seguinte:

É um tema polivalente que facilmente serve o propósito de três "possíveis cenários". Ora Vejamos:

Passada a introdução um pouco ambígua, temos a partir dos 56 segundos uma entrada subtil que encaixa na perfeição num trailer de um filme dramático muito ligado à pureza e bondade do ser humano. 

O primeiro momento arrasta-se até aos 2m02s, onde temos uma passagem para uma melodia a que eu distingo como o segundo momento musical do tema... "Entrega do Oscar" (imaginem a entrega da estatueta na cerimónia com esta parte enquanto música de fundo... fit's like a glove, doesn't it ?)

Terceiro e último momento, com a chegada do minuto 3.03 é dado inicio ao "Número mágico", sendo a música semelhante às que normalmente compõem o ambiente para os ilusionistas entrarem em acção.

Temos por fim o loop, ou seja, voltamos à origem a partir dos 3m45s. Sei que pouco ou nada vos acrescentei com isto, mas foi como mero desabafo (e também pela piada em si que foi... ainda me ri sozinho a sair do Metro) que coloquei aqui esta referência infantil/juvenil como forma de demonstrar o poder de uma única faixa com atributos fortes de adaptação a diferentes meios.

Morrisey / Marr / Rourke / Joyce


The Smiths (formados pelos nomes mencionados no titulo do post) são um grupo que certamente dispensa qualquer tipo de apresentação! Mundialmente conhecidos, são uma das bandas que marcou os anos 80, através da sua música muito associada ao cenário musical independente no Reino Unido. Não posso dizer que seja fã há muitos anos, mas sinto-me como tal... 
Foi com 16 anos que me iniciei a ouvir a banda liderada por Morrisey, sem bem saber como... calculo que, como toda a boa música (ainda por cima com legado de culto intemporal), me tenha chegado aos ouvidos pelos andamentos e referências que se encontram espalhados por todo o lado. Seja como for, desde o ano passado parece que a chama foi reacendida e voltei novamente a ouvir The Smiths, desta com outra acutilância, visto que me tornei um rapaz mais maduro e com um ouvido bastante mais desenvolvido (assim espero eu). Por detrás deste "revitalizar" está (500) Days of Summer que faz questão de prestar homenagem ao quarteto com algumas referências no decorrer do filme, estando inclusive num momento chave que abre o  próprio trailer.

Apenas hoje fiz questão de escrever este post por ter praticamente varrido o Best Of a caminho do trabalho! Dá-me um gozo tremendo ouvir clássicos como Please, Please, Please Let me Get What I Want; Panic ou There is a Light That Never Goes Out...
Mas é This Charming Man que aqui deixo para vossa apreciação... one of the many classic's que me tem acompanhado em tempos recentes!

Tuesday, May 04, 2010

Não sei bem o que achar do grupo...

... mas que têm boas malhas... ai isso têm !

Les Savy Fav - Scotchguard The Credit Card


Monday, May 03, 2010

Less piano, more guitar


No minimo, diferente do que é habitual ouvir nos álbuns de Jamie Cullum. Presença mais carregada da guitarra em prol do piano...

A música tem um swing à maneira, bons músicos e o talentoso Jamie, que tenho vindo a apreciar cada vez mais...

Sunday, May 02, 2010

Ontem dançou-se isto...



... e muito mais!!

Ontem no Miradouro de São Pedro de Alcântara vivia-se sob um manto de energia, que cobria a população portuguesa com ouvido para a música, com alto astral e vontade de mexer o corpo. Por entre as várias músicas que tocaram, há sempre aquelas que se destacam de uma maneira ou outra... e embora seja dificil seleccionar UMA única malha, estou (deveras) inclinado para All My Friends dos LCD Soundsystem. Esta escolha deve-se a muitos factores. É para mim um dos grandes temas contemporâneos com maior probabilidade de se assumir como um clássico da nossa geração. A letra apresenta uma riqueza simbólica de grande valor, o ritmo é "fresco" e contagiante e tem uma capacidade abismal em conseguir unir as pessoas na pista, em torno de vários ideais passiveis de serem associados à vontade que nos é a todos intrínseca de viver e desfrutar a vida. Um pouco exagerado talvez? Não! Não vejo qualquer tipo de ideias exacerbadas nisto... acredito piamente que numa altura ou outra, quando a música entra com força na nossa alma, apodera-se do nosso corpo e o tempo pára para todos, menos para os que ali se encontram a ouvir a voz de James Murphy que se instala no meio da multidão. O controlo do espaço físico/temporal fica ali na mão dos DJ's que assumem uma controlo, até então exclusivamente reconhecido às forças divinas em que cada um acredita.

Ontem estava "vivo e de boa saúde"... a experienciar sentimentos e sensações com total harmonia, clareza e intensidade.

Obrigado por mais uma bela iniciativa na noite Lisboeta!

Saturday, May 01, 2010

Momento de reflexão


Há algum tempo atrás, uma amiga minha mandou-me uma mensagem com uma frase para que eu reflectisse e opinasse. Dizia o seguinte:

Disappointment is the result of your own expectations

Aqui entro num dilema...

Porque de facto a frase tem razão de ser. Concordo com ela, embora a queira contestar por força de não querer ceder a um conceito que basicamente atribui total responsabilidade às pessoas que se desiludem com terceiros. Procuro argumentos, mas tal é a luta no meu subconsciente que não sai nada de pertinente.

Dificilmente vou além do "as pessoas passam uma vida inteira a agir e pensar de uma determinada maneira, é natural que quando algo diferente se passa, oposta ao que seria de esperar e que ainda por cima tenha repercussões sérias, evidente que vamos ficar desiludidas com a pessoa em questão! Nunca poderemos ficar desiludidos connosco por estarmos habituados e conformados com a forma de ser de um amigo/conhecido!"

Bem... não sei até que ponto fui preciso nas palavras... muito provavelmente optaria por um discurso diferente, mas com a mesma base.
Uma coisa não me sai da cabeça... Porque é que haveria eu de me sentir culpado pelos fracassos, acções ou erros de outras pessoas? Não que seja correcto estar sistematicamente a apontar o dedo, mas agora, terei eu de me sentir desprovido de isso porque não devo atribuir responsabilidade aos que me rodeiam, mas sim a mim por ter algum grau de expectativas (muitas vezes, não criada por mim)?

O que vos posso dizer é que os argumentos parecem pouco convincentes pela forma como arrasto as palavras enquanto penso no que vou dizer. Dai esperar que alguém tenha a bondade em reflectir sobre isto e deixar um comentário, de forma a desencadear um raciocínio apropriado com a finalidade de adquirir alguma esperança em mim e na minha capacidade de avaliar e confiar nas pessoas sem acabar desiludido comigo mesmo.

Quando o Jazz e o Hip-Hop se cruzam...

Quasimoto - Jazz Cats Part One

"um tributo aos grandes do Jazz"


O Unas sabe-a toda...

Friday, April 30, 2010

Iron Man 2 (2010)



Não se percebe como é que uma sequela, onde basicamente temos a mesma equipa por detrás do projecto, pode ser tão fraquinha! Iron Man 2 (2010), novamente realizado por Jon Favreu e com um elenco reforçado, é talvez para mim a maior desilução de 2010 até ao momento, no entanto, não se trata de um mau filme. Tal afirmação é justificada com o facto que depois do primeiro, a fasquia para a continuação do que vai ser uma triologia, ser elevadissima. Iron Man foi dos melhores filmes de 2008, superando-se enquanto filme meramente ligado ao mundo Marvel, para uma obra cinematográfica de alto calibre. A visão de Favreu foi apurada e criativa, sem abdicar da linha narrativa imposta pela banda-desenhada, ou seja, sendo-lhe fiel quando muitos produtores e realizadores desviam o "produto/trabalho" do percurso estipulado pelos autores originais. Tal não pareceu tão vincado no segundo. Sim, foram dados indicios para o alcoolismo de Tony Stark, embora de forma parva sem qualquer nexo (quase como comic relief completamente desmedido) contrariando o que é descrito na BD como uma faceta mais escura e problemática do nosso protagonista (ver Demon in a Bottle)... e sim, tivemos um vilão (Whiplash) dentro do universo do Iron Man, forçosamente representado por Mickey Rourke. Obstante disso, mesmo tendo essas (poucas) referências autênticas, a história e personagens foram mal manuseadas.Um outro acréscimo foi a introdução de outro antagonista, representado por Sam Rockwell,  super actor de quem esperava algo mais. É certo que a sua personagem devia estar restringida a uma série de limitações e pedidos da direcção de actores, mas mesmo assim... é normal que as pessoas conscientes do seu verdadeiro valor (demonstrado por exemplo em Moon) sejam um pouco mais exigentes. Robert Downey Jr. tem diferentes "picos de rendimento", mas uma coisa é certa. Não é fantástico (no sentido mais lato da palavra) como demonstrou em tempos no predecessor de Iron Man 2. Faltou-lhe muitas vezes o carisma ou o diálogo para fazer brilhar um dos homens mais arrogantes, pomposos, complexos mas extremamente hilariantes do mundo ficcional da Marvel. Fiquei desiludido principalmente com este último que já revelou inumeras vezes ser capaz de carregar filmes às costas, mas aqui não se tratou do caso. Reforço novamente a ideia de que o filme não é mau, nem a representação de Downey Jr., mas ficou muito aquém das expectativas produzidas pelo impacto fantástico do primeiro filme. Até no campo da banda sonora providenciada pelos AC/DC parece ter passado ao lado. No trailer pelo menos parecia mais integrada, fundindo-se na perfeição com as cenas demonstradas, ao contrário do filme que tão pouco revela acerto.
.
Por fim, quero deixar uma nota (extremamente) positiva para a inclusão de Scarlett Johansson... não pela sua representação/personagem mas pela sua presença... É de cortar a respiração sempre que entra em cena... enfim, um "regalo" para os olhos para compensar o fracasso...

Ahhh... e aconselho-vos a ver os créditos finais até ao fim, pois será feita uma revelação ligada aos The Avengers, no seguimento dos vários filmes que se seguem para os próximos dois/três anos (Captain America, Thor, etc.)


Thursday, April 29, 2010

The Drums - Summertime EP (2009)


[o álbum] is more about the spirit behind surfing (Jonathan Pierce)

O EP dos The Drums intitulado Summertime, já se encontrava no meu computador há bastante tempo, mas só há coisa de duas semanas é que me propus ouvi-lo com total atenção. Através de amigos criei uma ideia da banda de que seriam algo com que fosse estabelecer uma empatia imediata. Tal veio a se confirmar logo com a primeira faixa, passando de seguida pelas restantes sete, todas de enorme qualidade e com uma energia positiva como pouco tenho visto recentemente. Os miúdos "transpiram" juventude na música que tocam, incrementando desalmadamente o conceito "Somos Jovens" de que tanto gosto de falar. Tornou-se quase um mau hábito ouvir este EP, por saber que deveria seguir em frente em ordem de ouvir os milhares de cd's que tenho armazenados, no entanto, era dificil para mim resistir à tentação de ouvir "só mais uma vez" temas como I Felt Stupid, Submarine ou Me and The Moon... 
Regozijam de batidas e acordes compulsivamente dançáveis, muitas com um registo semelhante ao estilo praticado nos anos 80. Apresentam também a singular capacidade de em tons discretos me fazerem "perder a cabeça", porque dificilmente se fica parado quando os ouvimos.
Summertime inevitavelmente deixa no ar uma enorme ansiedade em ver o que será o trabalho de estúdio, previsto para sair dia 7 de Junho deste ano.
Até lá, estas oito faixas serão o suficiente para eu me preparar para dia 8 de Julho, altura em que tocam no festival Optimus Alive 10. Espero que estejam à altura do trabalho "exposto" no EP para ajudar a colmatar a ausência dos Phoenix, que por motivos pessoais cancelaram a sua vinda a Portugal.





"Margem Sul State of Mind"

Genial!

Wednesday, April 28, 2010

Por vezes tão verdade que até dói...


"Há coisas que, apesar da nossa dedicação, não mudam. Coisas que transformam o nosso esforço em insistência, e mais tarde a insistência numa luta pessoal. Há coisas que por serem repetidas, já não magoam, apenas desiludem. Estas certas coisas na verdade são pessoas que tratam o que nos é importante... como uma coisa qualquer!"

Retirado do blog: Enquanto Dormes

Tuesday, April 27, 2010

O tempo passa...

... e eu continuo a ouvir intensamente (e cada vez mais com maior prazer) este álbum!
Digam o que disserem... falem dos The XX ou Florence + The Machine...


... mas We Were Promised Jetpacks continuam a ser para mim a revelação de 2009!

Fica aqui mais uma grande malha, num registo mais "triste" (na falta de uma palavra melhor de momento) e pessoal...
(a minha percepção da música é que fala de uma relação condenada)

This is My House, This is My Home

Monday, April 26, 2010

One Man Show !


Michael Caine é simplesmente brilhante em Harry Brown (2009)!

Evocações de Get Carter (1971), um dos filmes que marcou a sua carreira, são transcendidas de maneira ímpar. Um papel, que sem querer tirar mérito ao realizador, faz o filme!



The Soloist (2009)


De altos e baixos, The Soloist, é uma adaptação para a tela de várias crónicas escritas por Steve Lopez acerca de Nathaniel Ayers Jr. A maior força do filme reside particularmente nas magnificas interpretações de Robert Downey Jr. e Jamie Foxx, dois dos melhores actores que Hollywood tem para nos oferecer!

Sunday, April 25, 2010

Comemoração 25 de Abril


GALA  

- REPÚBLICA DE ABRIL

21H00 - RTP 1


A Gala República de Abril é um espectáculo comemorativo do 36.º Aniversário da Revolução dos Cravos, em homenagem à Mulher Portuguesa, no ano em que se comemoram os 100 anos da República.

Porque a República é representada por um busto de mulher, porque os direitos da Mulher são uma das importantes conquistas de Abril, porque o papel da mulher na luta contra a ditadura e nas conquistas de Abril é uma história ainda não contada, pretende-se com este programa, num encontro de homens e mulheres num palco, estabelecer uma ligação entre os ideais republicanos e os de Abril, cantando a Liberdade, a Fraternidade e a Igualdade na diferença dos sexos.

O programa vai homenagear grandes mulheres portuguesas ligadas às mais diversas actividades, contemplando diversos clips e/ou reportagens, desde biografias de arquivo a depoimentos.
A gala será apresentada por Sílvia Alberto e Júlio Isidro e contará com a participação de grandes nomes da canção nacional e internacional.

Um programa gravado pela RTP a partir do Coliseu dos Recreios, no dia 15 de Abril de 2010.

Uma sugestão...


... do blog O Lado Fútil ... a que eu subscrevo!

The Clientele - Bonfires on the Heath (2009)


(+ info aqui)

CARREGA BENFICA !



Kick-Ass (2010)


Desconhecia o facto que o filme era baseado numa banda-desenhada "categoria C" da Marvel e tão pouco sabia que era um filme para se levar a sério. Pelo que aparentava o trailer deduzi que fosse uma sátira às BD's ou uma mera comédia juvenil com aquele típico humor a que apelido "casca de banana". Seja como for, independentemente do que parecia ou não ser, tinha alguma curiosidade para ver o filme, se bem que não o suficiente para me deslocar ao cinema... até ver a pontuação no IMDb! Com quase 24 mil votos, Kick Ass está neste momento com um score de 8.4, conferindo-lhe assim um lugar nos Top 250 filmes do site. Aliado a isso, as criticas dos cineastas têm sido relativamente boas, o que é de valor tendo em conta o género cinematográfico do trabalho.
O filme começa de forma leve e bastante divertida, sofrendo, mediante as evoluções do enredo, um nível de transformação brutal, entrando num ritmo alucinante de acção e momentos de cortar a respiração, sem nunca abdicar do ocasional momento humorístico.
A narrativa do filme anda à volta de um miúdo (Aaron Johnson) que decide fazer o impensável... encarnar a pele de um super-herói com o objectivo de tornar o mundo um lugar melhor. Cheio de boas intenções, cedo se apercebe que a vida de um herói como normalmente é relatada nas bandas-desenhadas não é "pêra-doce", ainda para mais, sendo ele um rapaz sem poderes, sem engenhocas, sem conhecimento de qualquer arte-marcial ou manuseamento de armas. However, acaba por cruzar caminho com duas pessoas (Nicholas Cage e Chloe Moretz) com bastante mais qualificações para desempenhar o papel de vigilante/justiceiro, formando desta forma uma parceria invulgar, mas eficaz.
Fica a lição adquirida ainda a meio do filme, que qualquer pessoa pode fazer a diferença pela sua coragem e coração. Sem se tornar num cliché demasiado óbvio, o enredo segue caminhos diferentes do que o espectador pode vir a esperar, tornando desde logo o material fresco, divertido e com uma capacidade de entreter bastante acima da média. Conjugam o melhor que a banda-desenhada e os heróis descritos no cinema e televisão têm para oferecer com um (surpreendente) incremento explosivo de violência hardcore, nada apropriado para crianças... contrariando assim a ideia deixada pelo trailer.
Recomendo, principalmente aos fãs de BD, que vejam este filme. Mesmo que não sejam aficionados... garanto que esta approach nova fará as delicias de quem gosta de bom entretenimento! Ahh e deixo aqui um trailer que de certa maneira faz jus ao conteúdo do filme, visto que não é censurado.

Saturday, April 24, 2010

Together


You and me forever
We belong together
And we'll always endeavor
Through any type of weather

You want everything to be just like

The stories that you read, but never write
You've gotta learn to live and live and learn
You've gotta learn to give and wait your turn

Or you'll get burned

We wrote our names down on the sidewalk

But the rain came and washed them off
So we should write them again on wet cement
So people a long time from now will know what we meant

You want every morning to be just like

The stories that you read, but never write
You've gotta learn to live and live and learn
You've gotta learn to give and wait your turn

I'm only concerned

I'm adding something new to the mixture

So there's a different hue to your picture
A different ending to this fairytale
And no sunset into which we sail

You want everything to be just like The stories that you read, but you can't write 
You've gotta learn to live and live and learn
You've gotta learn to give and wait your turn

Or you'll get burned

Friday, April 23, 2010

Entourage - da 1º à 6º season


Ontem acabei de ver a 6º Season de Entourage, época esta que parece ter sido mais curta que as anteriores, o que é uma pena pois estava a seguir com bastante interesse. Mas talvez tenha sido pelo melhor... mais vale acabar no topo do que "esticar a corda" desnecessariamente, causando assim um declínio natural na qualidade do programa.

Depois de visto o último episódio, onde posso afirmar que teve dos desfechos mais hilariantes vistos na televisão nos últimos tempos, foi inevitável traçar algumas comparações entre o "produto" inicial e o final. Constato que quando comecei a ver Entourage, o fazia por duas personagens em concreto:  Johnny Drama, o irmão de Vince (o protagonista) e Ari Gold, o agente ganancioso. Na minha óptica, ambos carregavam às costas um programa onde todos os outros intervenientes eram irrelevantes. A começar pelo protagonista a quem se exigia mais algum carisma, passando pelo melhor amigo Eric (a.k.a E) que parecia um pouco deslocado e finalizando com Turtle, personagem esta que não apreciava rigorosamente nada. Não fazia qualquer sentido ter um leque de cinco personagens onde mais de metade não me parecia cativar, contudo, tal afirmação apenas servirá como maior elogio aos actores Kevin Dillon (irmão do Matt) e Jeremy Piven, porque de facto tornaram-se uma razão muito forte para eu ser um espectador assíduo da série.
Fora do mundo das personagens e os seus desempenhos, a história base embora interessante, era muito mal explorada. A abordagem era completamente banal e fútil. Tentaram durante inúmeros episódios dar conhecimento do dia-a-dia hollywoodesco de uma jovem celebridade em ascensão, mas mais parecia um mau programa do canal E! Entertainment. Valiam os cameos sistemáticos, que embora acrescentando à série, mesmo assim sabiam a pouco. Apesar de ser sempre divertido ver no ecrã figuras conhecidas com pequenas participações (muitas delas a satirizarem a própria pessoa) ficou assente que estas aparições operavam de forma discreta. Contudo, uma coisa denotei ao longo das seasons. Passou a existir um maior equilíbrio de qualidade... o enredo ganhava outra fluidez, as personagens tornaram-se mais interessantes e likeable, e mesmo os convidados pareciam ganhar outra "forma", no sentido em que lhes era dado maior tempo de antena, consequentemente passando a existir maior interacção com "Vince e companhia". Muito à semelhança do que víamos acontecer na série Extras, de Ricky Gervais, temos a fabricação de uma super sátira ao meio da televisão/cinema, atribuindo por vezes características exacerbadas à postura/atitude dos cameos como forma de, numa maneira divertida, se ridicularizarem. Por mais que tenhamos uma determinada celebridade se fazer passar por um perfeito idiota, é louvável a disponibilidade de tal pessoa por brincadeira (e certamente por um cheque chorudo também) alinhar neste tipo de iniciativas. A meu ver, só os favorece porque demonstra logo um à vontade com a sua imagem e acima de tudo revela sentido de humor (este assunto só por si poderia iniciar uma conversa sobre o questões relativas ao que artistas fazem pelo dinheiro/imagem em prol da acção - digamos - genuína).
Olho agora para esta sexta época de Entourage, vejo Drama e Ari perder alguma dinâmica mas não o suficiente para que deixe de ser espectacular vê-los em cena. Além do mais, felizmente (e como mencionei anteriormente) o equilíbrio é providenciado pelas outras personagens principais, socorridas pelas personagens secundárias e convidados. A história joga pelo seguro, sem grandes tramas, mas com "cabeça, tronco e membros"... apelam ao ligeiro e divertido, sem levantar questões ligadas a um fórum emocional mais escuro... basically... here we have good times!


SPOILER ALERT
O vídeo que se segue contém imagens do final da sexta season (já mesmo depois dos créditos)! 

Consiste num momento memorável protagonizado por Matt Damon, no qual me ri durante horas. 
Aconselho vivamente aos que não viram a season para ignorarem este excerto, porque não estão contextualizados com a acção da série.

Aqueles que já viram... sabem bem que vale a pena ver outra vez ! 

Os que se estão nas tintas para Entourage... fica ao vosso critério... Matt Damon está formidável e revela um excelente sentido de humor. Ele, que durante o episódio todo massacrou Vince para doar dinheiro para caridade, têm aqui uma cena explosiva ao telefone. Hilarious!

"Sua Majestade" em Portugal...

... e de BORLA!!


O espectáculo realiza-se (dia 29 de Maio) em Sabrosa, distrito de Vila Real, no âmbito do programa "Douro Charme", iniciativa promovida pela Rota do Vinho do Porto. Tem início marcado para as 22h00

(leiam o artigo na integra... aqui)