Wednesday, October 13, 2010

Saturday, October 09, 2010

Best piece of advice i've heard...



 It all comes down to a simple choice really...  
Get busy living... or get busy dying...

Andy Dufrasne (Tim Robbins) in Shawshank Redemption (1994)


Parece simples e sem grande ciência, mas é das frases mais poderosas que alguma vez ouvi! 

Digo isto ciente de que não preciso de viver muitos anos para saber que assim permanecerá, como a frase que mais me marcou. Aliás, todo o filme (Shawshank Redemption) é uma obra intemporal que carrego no coração pelas lições, pela força e pelo amor que me transmite... É inquestionavelmente o meu filme favorito, destacado numa lista de outros quantos que não consigo organizar hierarquicamente... but rest assured em relação a este não restam dúvidas: É o meu Nº1!



É um filme que vi várias vezes sem nunca me cansar... É um filme ao qual não digo não e que incentivo todos a verem... É um filme completamente flawless!
A começar pelo material de origem, proveniente da cabeça do genial Stephen King, passando pelas mãos de quem o adaptou para a grande tela... o Sr. Frank Darabount, realizador este que já foi objecto de estudo da minha parte num trabalho de cinema (uma forma de homenagem a alguém que tanto admiro pelos seus trabalhos). Segue-se o elenco fora de série (liderado por Tim Robbins e Morgan Freeman, secundado por actores como Bob Gunton, William Sadler, James Whitmore, among others) e a belíssima banda-sonora (que brevemente merecerá o seu próprio post) composta por Thomas Newman...

Estes são os aspectos mais "importantes" de salientar, mas a verdade é que existem outros quantos que são demasiados para aqui serem enumerados (localização, fotografia, mil e uma coisas inerentes aos produtores and so on... que estão excepcionais)...

Não surgiu do nada este post... A frase com a qual começo a escrever tem estado presente principalmente nestes últimos tempos tornando susceptível a que venha falar do filme (é evidente que estão intrinsecamente ligados). Não quero com isto passar um atestado de sensibilidade à minha pessoa, nem obter o parecer de outros relativamente à qualidade do filme ou ao que este lhes evoca num âmbito mais pessoal. Quero acima de tudo promover a obra ou a discussão sobre a mesma (mas!) se assim o quiserem. Mais que tudo quero provocar alguma reflexão que certamente será mais fluída caso conheçam o filme.

Escrever sobre estes temas por vezes corremos o risco de um grande grau de exposição... Sei disso desde o primeiro momento em que assumi a escrita deste meu espaço. 

Não me importo! Não vivo no medo nem com vergonha do que fiz, do que quero fazer ou a da forma exponho o que sinto (embora tenha a capacidade de impor determinados limites)... e isso é fruto da vida plena que tenho levado, com o apoio incondicional de aqueles that got my back! Acreditem ou não (e correndo o risco de parecer corny) asseguro-vos que que toda esta atitude é também consequência causa/efeito desta magnifica longa-metragem, capaz de inspirar os mais desinspirados!

Fica aqui a minha manifestação sobre algo que considero ser uma "life changing experience"...

Uma obra-de-arte de fino trato...

Desconcertante... brutalmente forte... e monumental... como nunca vi antes!



Thursday, October 07, 2010

The Messenger (2009)



Quando vi pela primeira vez o trailer para The Messenger (2009), soube de imediato que seria muito provavelmente um excelente filme. A história parecia diferente do que nós estamos habituados, oferecendo uma visão diferente das consequências da guerra. O "angulo" de abordagem era portanto algo fresco e totalmente distinto do convencional.  São retratadas cenas que poucos de nós reflectimos quando pensamos na guerra.

Acompanhamos dois soldados que têm a tarefa ingrata de informar a morte de um soldado/a aos seus respectivos familiares/amados/amigos. Um deles, recentemente destacado nesta área, encontra-se em processo de aprendizagem e adaptação... visível na forma como oferece resistência a muito custo nas alturas onde tem que se abstrair de qualquer ligação emocional das pessoas que sofrem com a chegada de noticias.

Não conhecia o realizador Oren Moverman (também responsável pelo argumento - nomeado para Oscar), algo que é natural tendo em conta que esta foi a sua estreia por detrás de uma câmara numa longa-metragem. Não me sendo possível antecipar uma "pseudo opinião" através do seu trabalho, olhei para o cast! Nas suas fileiras encontram-se actores de topo como Woody Harrelson (nomeado para um Oscar na categoria de Best Supporting Actor) e Ben Foster, que elevavam (e muito) as minhas expectativas, afinal de contas, são (na minha opinião) dois dos maiores talentos de Hollywood (sei que começa a ser uma tendência dizer isto, mas de facto é  verdade). Ben Foster conheci através de papeis pequenos mas vi-o crescer e agora brilhar em papeis como Alpha Dog ou 3:10 to Yuma... independentemente da qualidade do filme, podem sempre contar com uma prestação do mais alto nível, enquanto Woody Harrelson dispensa qualquer tipo de apresentações.

Ainda temos Samantha Morton, actriz nomeada pela academia por duas vezes,  Jenna Malone e o icónico Steve Buscemi com um papel pequeno mas nevertheless importante! Os desempenhos são todos bons, por muito ínfimos que sejam, com destaque para o duo de protagonistas e Buscemi que consegue dar grande ênfase ao drama vivido por um Pai na forma como aguenta emocionalmente com uma noticia tão difícil de receber.

Alvo de excelentes criticas, distinguido por vários festivais e academias pelo mundo fora e detentor de um excelente rating no iMDB, The Messenger prima pela originalidade, pela sua visão, pelo argumento e diálogos e a sua capacidade de transmitir aspectos do mais humano e genuíno possível. 

É um belíssimo filme que recomendo com alguma urgência...

Monday, October 04, 2010

Always Love...




Always love...
Hate will get you every time
Always love...
Don't wait til the finish line
...

Always Love...

Hate will get you every time...
Always Love...

even when you want to fight


Nada Surf - Always Love

Sunday, October 03, 2010

Drinkin' in L.A



Esta é uma das minhas músicas favoritas while growing up! Recordo-me sempre de passar esta malha ao meu irmão Alex que a "levou" consigo nas suas viagens, principalmente no Reino Unido onde estudou durante alguns anos.

Vitima de um ataque (portentoso e significativo na época) por parte da MTV, Bran Van entraram nas minhas escolhas musicais com o seu álbum Glee, editado em 1997. Na altura era do mais alternativo que ouvia, sendo que o seu primeiro projecto era de tal forma ecléctico que apresentava uma disparidade entre todas as músicas. Tínhamos um tema electrónico, depois rock... depois outro assente no hip-hop e por aí adiante. Obviamente isto é fruto das várias influências que os seus membros traziam para o seu trabalho...

Posto isto, deixo-vos a grande malha que é Drinkin' in L.A

Saturday, October 02, 2010

Sessão Dupla


Ontem tirei tempo para fazer algo que já não fazia há bastante...
... Ver um filme!

Talvez por estar há demasiado sem me dedicar à sétima arte, decidi logo ver dois:

Unthinkable (2010) em casa durante a tarde e Wall Street 2: Money Never Sleeps (2010) no cinema

                       



Relativamente ao primeiro (Unthinkable) posso-vos dizer que é um filme acima da média, tendo em conta que este foi lançado directamente para o mercado no formato DVD. Tem um leque de actores interessante, com ênfase destacado para o trio principal composto por Samuel L. Jackson, Carrie Anne Moss e Michael Sheen. A realização de Gregor Jordan joga bem com a trama do filme e as emoções que ela evoca.Sente-se um grau de tensão cada vez mais forte à medida que o filme se aproxima do fim, e isto está de mãos dadas com o factor entretenimento, pois de facto consegue agarrar o espectador que aguarda na expectativa futuros desenlaces que eventualmente se traduzirão no desfecho. Pelo meio somos confrontados com temáticas como a violência e forma como esta é exercida de forma a atingir determinados fins. Conflitos éticos e morais estarão certamente na ordem do dia com esta longa-metragem, bem como um teste à nossa resistência perante cenas de "violência gratuita" que inevitavelmente irão chocar alguns mais sensíveis!

No que toca o segundo filme (Wall Street 2: Money Never Sleeps) Oliver Stone proporciona o regresso do lendário Gordon Gekko, personagem esta que conferiu a Michael Douglas o seu primeiro Oscar, aquando do primeiro Wall Street lançado em 1987. A história desta sequela começa onde o primeiro acaba, com Gekko a sair da prisão depois de cumprir 8 anos. O ano é 2001, mas os acontecimentos aqui descritos estão fortemente associados à crise económica de 2008. Gekko, agora mais um anti-herói do que propriamente um vilão, não é tão "vistoso" como no primeiro mas é certamente uma personagem de grande valor, bem secundada por outras quantas, representadas por um grupo de actores de luxo! Desde Shia LaBeuf e Carey Mulligan (duas das coqueluches de Hollywood) passando por Josh Brolin (com que O.Stone previamente trabalhara no seu filme W.) acabando com o grande Frank Langella e a magnifica Susan Sarandon. Ainda podemos contar com alguns cameos de alguma importância para o "universo Wall Street", que não irei revelar para evitar spoilers. Embora economia, finanças e afins sejam áreas onde passeio um pouco às escuras, arrisco dizer que a história está bem contextualizada na "época de hoje". Sem ser fantástico, (apesar de muitos fracassos, "fantástico" é aquilo que continuo sempre a esperar de Oliver Stone) não deixa de ser um bom filme!

Ahh... e já vos disse que a banda-sonora deste filme ficou nas mãos de David Byrne e Brian Eno? Priceless...




A History of Rap at Late Night with Jimmy Fallon


Thursday, September 30, 2010

Toranja - Música de Filme


Não acompanhei muito os Toranja! Conheço um album (intitulado Segundo) e pouco mais... Apesar de ter apreciado este seu trabalho, não foi o suficiente para despertar em mim a vontade de acompanhar o grupo ou a carreira a solo do seu vocalista, Tiago Bettencourt. Parece mal... porque se calhar mereciam um pouco mais de atenção da minha parte. Nem que fosse por respeito pelo tema Música de Filme que tanto mexe comigo. Digo-vos muito honestamente que é das músicas mais bonitas que ouvi... Pela melodia, pela letra e pela entoação que Bettencourt lhe dá, como quem realmente fala de um grande amor! É de tal forma sentido que  a música transtorna o seu ouvinte, e ainda para mais, para mim torna-se dificil não me "envolver"... 

Percam algum tempo a ouvir... Prometo que dificilmente não gostarão desta música...



É pena quase não poder ficar...
És quente quando a luz te traz...
Quase te vi amor...
Quase nasci sem ti...
Quase morri dentro, de mim...
Ficas dentro de mim...
Por dentro de mim...
Estás dentro de mim...

Silêncio, lua, casa, chão...
És sítio onde as mãos se dão...
Quase larguei a dor...
Quase perdi...
Quase morri dentro de mim...
Ficas dentro de mim...
Por dentro de mim...
Estás dentro de mim...

Sempre sou mais um homem, mais humano, mais um fraco
Sempre sou mais um braço, mais um corpo, mais um grito
Sempre... Dança em mim!
Mundo, vida e fim...
Dorme aqui, dentro de mim...

É pena quase não poder ficar...
No sítio onde as mãos se dão...

Quase fugi amor, quase perdi...
Vamos embora daqui, para dentro de mim...

Tuesday, September 28, 2010

"Pró Verão nunca mais acabar..."

Em inícios de Outono, não consigo deixar de pensar que ainda estou no Verão, até porque os dias que vivo hoje não ajudam a quebrar essa dissociação! A começar pelo tempo que ainda nos concede uns raios de sol, passando pelo céu limpo e por vezes tardes de algum calor. 

A vontade de ir para a praia emerge de tempo em tempo, acompanhada pela necessidade de me envolver em actividades de grupo com momentos de pura espontaneidade e alegria. A verdade é que isso tem acontecido com alguma frequência, apesar de agora condicionado pela carga horária do trabalho (trabalho esse que exerço temporariamente até ir a Londres para uma entrevista). 
Mesmo essa viagem, embora de teor profissional, encaro-a como uns dias de férias onde terei a oportunidade de ver novamente a cidade, bem como rever alguns amigos. Fico com a sensação que ainda estou de férias... os planos não param de surgir e eu não consigo parar quieto.

Gostava que essa sensação perdurasse… dá-me algum alento para enfrentar o dia a dia...

Sinto que parte de mim morre com o fim da Verão! Até porque este ano, depois de largos meses a enfrentar alguns fantasmas de cariz mais pessoal, senti que estes últimos meses marcaram em mim uma mudança de atitude que à muito ansiava. A coragem e disponibilidade para fazer coisas diferentes, agir de forma menos ponderada e optar sempre pela irreverência sem strings attached, sem dependências de terceiros… sem nada disso!

Não é que tenha sido dado muito à loucura… foi sempre de maneira bastante moderada, mas diferente! Diferente do que estou acostumado na minha vida pessoal. Diferente do que vejo no meu grupo de amigos mais chegados ou pessoas em geral à minha volta! E por isso, é impossível não me sentir (claro está) diferente! Para bem ou para mal, esta mudança exerceu algum poder significativo na forma como penso, como estou, como falo… 

Será mais um passo em direcção ao homem que vou ser? Não como produto acabado mas como base definida, assente em valores, maneirismos e afins? Para todos os efeitos posso afirmar que é a continuidade de uma fase mais conhecida como Emerging adulthood…(penso eu para mim)

Enfim... é bom estar constantemente on the go! Mesmo agora enquanto escrevo este texto no meu intervalo, não consigo evitar de pensar no concerto dos Golpes esta quinta-feira, no fim-de-semana que tenho pela frente ou mesmo no fim-de-semana passado onde estive no Porto com um grupo de amigos… 

Há aquela Lust for Life

- tão vincado e explicito na música que cantam Girls (para ouvir, aqui) -

Monday, September 27, 2010

Memórias dos tempos...


...em que cantava e dançava com a minha mãe esta música!

Janet Jackson feat. Q-Tip & Joni Mitchell - Got 'til It's Gone

it's an unbelievable track, vos garanto!


(nota: a participação da Joni Mitchell está assente única e exlusivamente na sample retirada de uma música sua, intitulada Big Yellow Taxi)

Friday, September 24, 2010

My mind wanders...


Sou capaz de já o ter dito aqui... a minha mente facilmente dispersa com música! Crio cenários, situações, viajo no tempo... enfim... Fantasias destas são habituais! Quem já não se imaginou em palco a cantar uma música para uma plateia de desconhecidos ou sentado numa cadeira a tocar guitarra para um grupo de amigos e caras familiares?! Isto comigo é super frequente! (ao ponto de ser ridiculamente perigoso também, visto que já dei por mim a largar o volante para tocar air guitar).

Uma fantasia recorrente que tenho é imaginar-me sentado à frente dum piano a partir a loiça toda... muito à semelhança da cena que abaixo vou colocar onde temos uma personagem desempenhada por Bill Murray (no filme Groundhog Day - um clássico do cinema e um dos meus filmes favoritos) a surpreender tudo e todos (ninguém fazia ideia que sabia tocar piano). Era mais ou menos nesse estilo que gostaria de "entrar em cena". No mesmo género (ou seja, ainda no piano) sonho em tocar o tema Boogie Woogie Stomp para um grupo, que naturalmente, dado o ritmo da música, dificilmente resistiria em mandar um passo de dança na pista...

Um daqueles desabafos assim um pouco idiotas... mas que adoro partilhar!







Thursday, September 23, 2010

Que começo!




Já ouço isto ao tempo and everytime i do fico maluco!
Só hoje me lembrei de partilhar isto porque foi durante o meu dia de trabalho que tive um reencontro com esta malha! Encontrei o vídeo, que calculo eu, seja o respectivo à faixa integrada no álbum ao vivo Skin & Bones, gravado em 2006 no Pantages Theater em Los Angeles, no entanto, depois de visto o vídeo deparei-me com ligeiras diferenças no conteúdo, nomeadamente na forma como David Grohl aborda a audiência. Certamente deverá ter levado um edit na montagem, mas seja como for, (e agora digo isto com total certeza) este é o mesmo tema do cd ao vivo!

A música que aqui vos deixo chama-se Razor e pertence ao álbum In Your Honour (2005)! Neste concerto serviu de entrada... e que entrada!! Começa lento... soft... mas vai crescendo crescendo crescendo... até ao clímax, que para mim é simplesmente maravilhoso!  (see for yourselves)

Foo Fighters sabem dar um bom espectáculo (so it seems)! São uma banda top que aguardo pela oportunidade de ver em Portugal (visto que quando cá tiveram não me foi possível ver)!

Espero que gostem deste começo épico!

Tuesday, September 21, 2010

"Diz Maria..."


Brevemente...


Até lá desloquem-se ao MySpace para ouvir o tema Tempo dos Passeios 
(que desde já posso afirmar que não me sai da cabeça... tá completamente em "modo repeat")

Saturday, September 18, 2010

João Só e Os Abandonados: Acústico na Fnac!



Ontem desloquei-me à Fnac do Cascaishopping para assistir ao concerto de João Só e os Abandonados. Como alguns de vocês devem saber, o João é uma daquelas amizades sólidas feitas na faculdade que muito prezo. Como tal, sigo a sua música enquanto amante sem ter real noção se sou imparcial ou não. Tento o ser sempre, seja com quem for, até porque é uma das minhas virtudes (ou talvez defeitos) procurar ser sempre honesto e muito directo. Depois de ínfimas promessas adiadas, que até deram direito a uma boca durante o concerto, finalmente marquei presença num dos seus espectáculos. Num ambiente mais reservado e em estilo acústico, foi proporcionado cerca de meia-hora de músicas num cenário (digamos) intimista! Gostei dos arranjos, gostei da sonoridade acústica em oposição à guitarra eléctrica, bateria e afins, gostei do reportório seleccionado para a noite (temas que aprendi a gostar mais com o tempo... como por exemplo o caso de Canção de Isqueiro).. e acima de tudo, gostei da cumplicidade entre os membros da banda que tomam prazer naquilo que fazem! Isso é sem dúvida um elemento chave para qualquer sessão musical pois contagia a audiência! De tal forma mexeu comigo que dei por mim a querer ouvir o álbum mais vezes... e até parece que o faço com outros ouvidos! Agradeço ao João pela paciência que teve comigo... e espero dizer a coisa acertada quando afirmo "valeu a pena a espera".

Procurem saber mais deste grupo que é de fácil entrada no ouvido. Visitem o MySpace e (já agora) leiam o meu comentário ao álbum deles (que agora certamente levará algumas alterações caso redigisse de novo)

Friday, September 17, 2010

The Town | The Fighter


Dois filmes que parecem ser incriveis...




O primeiro (The Town) já estreou e tem sido alvo de excelentes criticas, que salientam o facto de o trabalho anterior de Ben Affleck, Gone Baby Gone (2007), não ter sido um sucesso "por acaso". Affleck revela-se novamente exímio por detrás da câmara, dirigindo um leque de talentosos actores (onde ele próprio consta, juntamente com Jeremy Renner e John Ham ... just to name a few).

Relativamente ao segundo (The Fighter) este só tem estreia prevista para Dezembro deste ano, contudo, é seguro dizer que vai atrair muitas atenções. Realizado por David O. Russell, a longa-metragem conta com Mark Whalberg e Christian Bale (dois dos meus actores favoritos), bem como Amy Adams e Melissa Leo nos papeis secundários!

Golpes: O Regresso



Malta, os Golpes estão de regresso, desta para promover o novo "meio álbum", intitulado G,  que se encontra prestes a sair! Vão fazer um concerto dia 30 de Setembro em Lisboa no Museu da Marioneta  - Convento das Bernardas (Madragoa/Santos). A entrada custa 10 euros e além de poderem assistir ao concerto, ainda levam para casa um cd à maneira. Nele está incluído o novo single Vá Lá Senhora que conta com a participação especial de Rui Pregal da Cunha, vocalista dos Heróis do Mar.
Esse mesmo single, que deixo no final deste texto, tem um cheirinho a Verão e também (como comentado ontem no Miradouro) aquele toque de anúncio ao melhor estilo da Superbock. É portanto, uma malha que em nada fica destoado desta recta final da época mais famosa do ano!

Aguardo ansiosamente este projecto, que juntamente com outros quantos, têm contribuído para elevar a música nacional  a outro nível!

Thursday, September 16, 2010

O grande JAMES MURPHY...



e o seu último álbum enquanto líder incontestável dos LCD SOUNSYSTEM:


O texto é praticamente retirado a papel químico do post anterior relativamente aos Two Door Cinema Club, ou seja, mesmo conhecedor de várias faixas, só agora ouvi o último projecto dos LCD Soundsystem! E que maravilha é! Depois de um segundo álbum  tão forte como Sound of Silver (2007), a fasquia era alta e a tarefa de se superar era do mais dificil que há. 
Embora continue a preferir o seu projecto anterior, quero salientar o notório que foi fazer um trabalho forte, onde se pressopoem que irá manter o grupo no auge musical. É bom sentir que James Murphy não se deixa dormir nem consumir pela inércia que muitas vezes o sucesso traz. Procura sempre fazer mais e melhor face aos seus outros projectos. Eu, enquanto "adepto" agradeço pela ingressão musical a que me levam sistematicamente com temas como (o intemporal) All My Friends, onde o meu corpo e alma se manifestam de mil e uma formas, amparado apenas pela certeza que é um paradigma a ser posto em prática sempre que assim eu o desejar!

E já vos disse que tou maluco com All I Want?! É provavelmente o tema mais desconcertante retirado de This is Happening...


From now on, I’m someone different
Cuz it’s no fun to be predictably lame
From now on, let’s do it different
Cuz I just want what I want


e com este pequeno excerto de All I Want, dou o mote para o inicio de mais uma sessão de música aqui no Tão Simples Quanto Isso....

Enjoy!

\

 

... e ainda deixo Drunk Girls, com o "teledisco" a ser realizado por Spike Jonze!

Wednesday, September 15, 2010

Fortíssimo!




Já faz algum tempo que os ouço... mas só recentemente me dediquei exclusivamente a ouvir o álbum na integra! Tinha em minha posse muitas das músicas do seu alinhamento original e já conhecia grande maioria, no entanto, nunca me dera ao "trabalho" de ouvir o projecto de estúdio do inicio ao fim. Agora que o fiz, posso convictamente afirmar que ADORO este grupo proveniente da Irlanda do Norte... e mais!! Acredito piamente que até o final do ano, dificilmente Turist History estará fora dos Top 10 álbuns de 2010 (na lista que me cabe a mim fazer claro)! Mark my words... é um trabalho inacreditável!

Ficam aqui quatro das minhas malhas favoritas retiradas de Turist History (2010)
(algumas delas possivelmente já "postadas")









Tuesday, September 14, 2010

SUPERtramp




Quero começar por pedir desculpa (sabendo que não existe necessidade para tal) pelo atraso deste post. Apesar de já terem passado dois dias, fazendo com que o tópico não seja propriamente "fresco", creio que mesmo assim não se trata de algo descabido.

Domingo, dia 12 de Setembro, fui ver os Supertramp, grupo iniciado em 69, que eventualmente passou a ostentar um estatuto galáctico durante a década dos anos 70!
Em Portugal depois de uma ausência de vários anos (última vez que cá tocaram foi no Dramático de Cascais em 79), os Supertramp apresentaram-se em palco sem Roger Hodgson, antigo vocalista e um dos membros fundadores. Apesar de ser considerado uma "baixa de vulto", dizem os entendidos (e não falo apenas da comunicação social mas também dos adeptos do grupo) que a sua ausência não foi muito sentido, na medida em que os britânicos estiveram à altura dos tempos em que brilhavam com Breakfast in America.

Confesso que não sou um super fã dos Supertramp! Não possuo a discografia, não conheço as músicas todas e aquelas que conheço, não sei a letra de uma ponta a outra! Reconheço no entanto que são um grupo com muita história e importância no panorama musical. Sei também que através do seu legado evocam tempos e memórias, principalmente de gerações mais velhas (refiro-me por exemplo à geração dos meus Pais)... e com isso fica a sensação de "partilha", desmistificada um pouco pelo fácil acesso de registos vídeo e áudio, que apesar de tudo, não são o suficiente para remontar os mais jovens para décadas anteriores onde se sentia e vivia a música dos Supertramp de outra maneira! Esta sensação ficou bem patente depois de ver um Pavilhão Atlântico (cheio), na sua maioria composta por pessoas que visivelmente estavam entregues à sonoridade de uma forma que ia para além da minha compreensão!
Digo-vos... foi um cenário bonito! Imagino-me também a ter um momento destes quando estiver perante um grupo dos tempos da minha adolescência!

O concerto foi cerca de duas horas com todos os "considerados" clássicos (entre os quais constam Dreamer, Breakfast in America, Give a Little Bit, Goodbye Stranger e Logical Song)... mesclados em diversos géneros e subgéneros (do pop rock jazz e blues) podemos dizer que musicalmente apresentaram-se fortes e eclécticos, nunca preterindo da sua base, ou melhor, não arriscando em grandes invenções/sessões de improviso.

Dou graças pelo que testemunhei, pois enquanto o amante de música que sou, um concerto destes é "obrigatório", sendo que este vai além do "check" como quem diz... tá feito! Não! É um concerto que se carrega pelo anos fora...

"Let's make time work for us..."


Pound for pound and cheek to cheek
Cheek paler than a lamp light
Take me down to light the box
And play super Scalectrix

And turn this,

Darkness
Into light, and I'll turn too bright
Forget all the hype

I'll need heart and I'll need courage

We all need...

Toe to toe, there's nowhere to go

So Im tiptoeing around it
I held you down and I held my own
And now I feel like I?m floating

So turn to this

Head on
And keep on
Keeping on

You'll need heart and you'll need courage

We all need time

So let's make time... work for us

Let's make time work for us
Let's make time work for us
Let's make time work for us

Let's take our precious time about it

Let's take our precious time about it
Let's take our precious time about it
Let's take our precious time about it

Don't you know, well god only knows.

Is there somebody waiting?
So you'll hold yourself up and you'll hold yourself in
And then pray that you are growing

And turn this,

Darkness
Into light, and I'll turn too bright
Forget all the hype

You'll need heart and I'll need courage

We all need time

So let's make time... work for us

Let's make time work for us
Let's make time work for us
Let's make time work for us

Let's take our precious time about it

Let's take our precious time about it
Let's take our precious time about it
Let's take our precious time about it
Let's take our precious time about it
Let's take our precious time about it
Let's take our precious time about

You'll need heart and you'll need courage

In these times
You'll need heart and you'll need courage
In these times
Because time can mean so much
Are you still mine?

-

The Maccabees - Precious Time

Monday, September 13, 2010

Dinner for Schmucks (2010)



Não faz muito tempo desde que anunciei aqui no blog a chegada deste filme. Não porque fosse algo para o qual estava muito ansioso para ver, mas apenas porque na altura tinha acabado de visionar o filme que dera origem a este projecto.  
 Le Diner de Cons, é assim que se chama! Esta longa-metragem, realizada em 1998 por Francis Veber, trata-se de ser uma das melhores comédias que alguma vez vi, tendo as suas origens fortemente enraizadas no teatro e cinema europeu, aliás, como o titulo assim sugere, estou a falar de um filme francês.

O remake americano surge pelas mãos de Jay Roach, conhecido por realizar Austin Powers / Meet The Parents e as suas respectivas sequelas. Para Dinner for Schmucks, Roach reúne Steve Carell e Paul Rudd, que já trabalharam previamente juntos.

A premissa é basicamente a mesma que o seu original, tendo depois a partir daí seguido um outro caminho no que concerne a história e até em parte no seu estilo de humor! Posso dizer que é agradável, mas nenhuma obra-prima, principalmente quando comparado com o seu (brilhante) antecessor! Steve Carell é de facto muito engraçado, desempenhando o papel de um idiota no seu expoente (diria) máximo! Paul Rudd faz um pouco "mais do mesmo", que face às exigências do próprio filme, é apropriado! Saliento ainda a participação hilariante de Zack Galifianakis, notória por desafiar Carell na ilustração do maior Schmuck!

Quero novamente frisar a "urgência" que é ver o original, um filme como poucos que atesta à qualidade dos países europeus em fabricar excelentes comédias, contrariando assim a ideia (descabida) de que apenas produzem filmes intelectuais.