Saturday, November 13, 2010

The Social Network (2010)


Um dos melhores filmes que tive o prazer de ver este ano, The Social Network (2010), baseado na obra The Accidental Billionaires de Ben Mezrich, conta a história da fundação da rede social Facebook, incidindo sobre uma série de personagens influentes na sua criação, expansão e nos seus eventuais (vá, chamemos-lhes assim) "problemas jurídicos".

Realizado por David Fincher, com argumento escrito por Aaron Sorkin (merece grande reconhecimento), o filme foca principalmente sob Mark Zuckerberg, a "mente por detrás" do FB. A colocação das aspas não acontece por acaso visto que pode ser considerado discutível o facto da ideia ser da sua autoria ou não. Não estou a constatar a minha opinião... até porque esta ainda está em conflito consigo mesmo! Parece-me uma disputa muito ao estilo de Steve Job vs Bill Gates... mas enfim... já me estou a desviar do filme.

Jesse Einsenberg (um dos grandes talentos emergentes de Hollywood) assume as despesas da casa representando Zuckerberg, enquanto Andrew Garfield (o nosso novo Peter Parker) e Justin Timberlake desempenham Eduardo Saverin (Facebook Co-Founder & CFO) e Sean Parker respectivamente.

Talvez um pouco exagerado, como muitos dos seus protagonistas na vida real o dizem, The Social Network oferece uma visão mais glamorous (e até sensual) do dia-a-dia universitário. Conjugando isso com diálogos fantásticos e uma interpretação de luxo por parte de Einsenberg, a história, que sem ver o filme aparenta ter contornos relativamente interessantes, torna-se numa obra de duas horas incríveis de se ver!

É impressionante todo o desenlace da criação do Facebook pela forma como se tornou num negócio milionário assente na traição, ganância mas também na genialidade e muito trabalho/dedicação.
Ahhh... Entretanto, por entre as descobertas que fiz, foi com alguma surpresa que vi Sean Parker, criador do Napster (um dos programas que mais marcou a sociedade contemporânea e a minha juventude por tabela!) ser uma peça influente no FB.

Sério candidato a uma série de nomeações para Oscar, The Social Network é um filme a não perder!

Interpol - Campo Pequeno - 12.11.10


Cansado, desidratado, mal-disposto e com dificuldades para cantar... dirigi-me atrasado (perdi os Surfer Blood, a banda de abertura) ao Campo Pequeno onde me esperavam os Interpol. Tudo fruto de uma noite de quinta-feira que me deixou completamente de rastos e que quase comprometia a minha ida ao concerto. Felizmente cheguei mesmo a tempo de ouvir Paul Banks e companhia abrir o espectáculo com Narc.

No concerto ficou demonstrou o porquê do crescimento desta banda que ao fim de quatro álbuns, dizem os "peritos", parece estar mais madura. Passei por uma experiência única que foi ouvir os temas do novo álbum (homónimo) pela primeira vez ao vivo! Não fiz o devido trabalho de casa para estar melhor preparado, mas não sinto que tenha saído prejudicado por isso.

A noite de ontem apenas pecou - além da minha condição física/psicológica, pela ausência da música Evil, talvez o minha favorita do grupo. E como tal, é essa mesmo que deixo a acompanhar este texto, juntamente com o link da revista Blitz para a critica do concerto (na qual eu subscrevo) !



Friday, November 12, 2010

We All Want To Be Young


Deparei-me com este vídeo no blog de um amigo meu e tive que partilhar! Além de ser um excelente exercício de reflexão sobre a juventude e todas as suas épocas/fases/camadas, é também uma montagem fantástica com referencias cinematográficas e musicais de muito bom gosto! Recomendo portanto que dediquem algum do vosso tempo para ver este vídeo com atenção!

Thursday, November 11, 2010

Beach House


Aqui vai um pequeno desabafo...

Estou no trabalho a ouvir Teen Dream (2009) dos Beach House e curiosamente estou a "senti-lo" de forma diferente...
Já gostava imenso da banda e achava o álbum sublime... mas acho que o facto de os ter visto ao vivo no SBSR mudou a forma como aprecio a sua sonoridade... Passei a gostar mais!






Tuesday, November 09, 2010

Moral no Futebol

 (dado a um erro crasso da minha parte, por estar mal informado, fiz uma rectificação no texto que se segue)

Dois dias passaram desde o massacre no Dragão, onde vi o Benfica levar cinco do seu eterno rival, o Futebol Clube do Porto.
Esse jogo gerou bastante desconforto no seio Benfiquista, que viu as suas fragilidades serem expostas, levando muitos a reconhecer o poderio do primeiro classificado.

Naturalmente, este tipo de resultado (ainda para mais frente à equipa que foi) acarta com algumas consequências... Uma delas é termos os sportinguistas todos "à perna", com comentários depreciativos em busca de denegrir a imagem do nosso clube bem como o nosso ego.

É para esses "anti-benfiquistas" que vai este post.



Não percebo de todo a vossa moral! Do ano passado para cá vimos três equipa técnicas diferentes (P.Bento/C.Carvalhal/P.Sérgio) na esperança de "abanar" o plantel, apenas para chegarmos à conclusão que não é o treinador que vai fazer milagres com aquela equipa! Derrota atrás de derrota, empate atrás de empate, o Sporting Clube de Portugal tem demonstrado sérias dificuldades em manter um nível positivo, seja na gestão do clube ou do seu departamento "futebolístico". Até as modalidades parecem se ressentir desta fase negativa que os Lagartos atravessam (digo eu, sem ter feito a devida pesquisa). O pior é que afigura-se algo mais que uma "fase", levando alguns inclusive a fazer comparações com uma equipa histórica da Premier League, que outrora um grande, hoje é um clube do "meio da tabela". Falo do Liverpool, que como todos sabemos, está a praticar talvez a sua pior época de sempre. Seja como for, mesmo o Liverpool apresenta determinadas condições que estão fora do alcance do Sporting, nomeadamente a "Marca". O clube da cidade dos Beatles vale milhões, enquanto que o Sporting não consegue ter fontes de rendimento elevadas além da venda dos excelentes jogadores que a sua academia produz, algo que infelizmente para eles, não é suficiente para manter um nivel equilibrado. Ainda para mais, essa necessidade de vender as suas "jóias", não lhes permite construir uma equipa competitiva com talento jovem, sendo portanto obrigados a "conformarem-se" com mediocridade. Logo aqui o cenário a médio/longo prazo é tenebroso... mas mesmo assim não seria o mesmo se não pudessem apontar o dedo ao Benfica, quase como querendo desviar as atenções da sua própria condição miserável. 

Mas falemos mais de resultados...
Muito gostaram eles da nossa derrota frente ao FCP... mas esquecem-se que ainda há pouco tempo foram goleados por uma equipa belga sem argumentos. Mas verdade seja dita... cada jogo tem a sua história! Episódios destes sucedem-se a todas as equipas de futebol no mundo, sem excepção, contudo, com o Sporting parece haver uma maior regularidade no que toca estes "feitos desportivos". Ainda ontem assistimos a uma derrota épica, onde após estarem a vencer o Vitória de Guimarães por 2-0, acabam por perder 3-2, tendo este resultado remetido a equipa Leonina para o sexto lugar da tabela classificativa! SEXTO! E estamos perto de Dezembro!!

O Benfica pode ter sido "encavado" pelo FCP, vencedor inquestionável do clássico e neste momento a equipa mais forte do campeonato... mas o Sporting mesmo quando ganha é a vergonha da nossa liga, pelo fraco futebol que pratica e pelos resultados que cada vez mais parecem assentar naquilo que deveriam ser as nossas expectativas desse clube! Aliás, podem todos constatar isso pela forma como os adeptos perdem interesse na sua própria equipa, e como os rivais já nem se dão ao trabalho de sequer comentar (quanto mais tentar gozar... seria demasiado fácil!)

Em suma, falta-vos muita moral e até vou mais longe dizendo que prescindem do vosso direito em espezinhar o adversário quando são uma "anedota" quase equiparada ao estado em que o nosso País se encontra! E até me submeto à resposta mais óbvia a esta insinuação que é algo semelhante a "vocês também não podem falar muito", juntamente com memórias de um ou mesmo vários episódios do passado. Digo-vos que provavelmente nessas alturas manteria a minha boca calada se a situação assim o justifica-se! Aconselho-vos a fazer o mesmo!

Para concluir, quero relembrar esses "anti-benfiquistas" que não é por acaso que somos o clube com mais títulos na história do futebol Português... não é por acaso que somos um dos nomes mais respeitados na Europa (ou melhor, no MUNDO) e não é para efeitos decorativos que carregamos o "escudo" na manga esquerda da nossa camisola!



SOMOS OS CAMPEÕES EM TÍTULO MEUS AMIGOS!
NÃO SE ESQUEÇAM DISSO!

Thursday, November 04, 2010

Os Golpes - G (2010)



Depois de um primeiro álbum intitulado Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco (2009), os Golpes surgem agora com este projecto mais pequeno em termos de duração, mas nem por isso em termos de qualidade. Com cantigas assentes na história e cultura portuguesa, bem como no Portugal de hoje, temos letras que "andam de mão dada" com uma musicalidade instrumental já tão distinta dos Golpes. É sem surpresa que vejo o grupo com uma identidade própria... aliás, no concerto de apresentação do G (2010), acompanhado por um amigo, este comentou comigo o facto de pudermos fechar os olhos e automaticamente saber o que estamos a ouvir. Isso só por si é um feito!

Se me questionarem sobre qual dos dois álbuns prefiro, teria de dizer o primeiro pois gosto de todas as faixas quase de forma igual, contudo, gosto antes de pensar nos dois como uma unidade.

Tornei-me fã deste G, com tempo e dedicação pois no inicio não teve"aquele" impacto brutal que esperava. Posso-vos dizer que foi por isso mesmo que este post demorou a surgir... Sabia que iria desenvolver um maior grau de empatia!

Tenho ouvido o G e ainda tive a oportunidade de ouvir os seus temas ao vivo... naturalmente formulei uma opinião, a meu ver, descartável, por ter noção que estaria sempre na eminência de sofrer algumas transformações. Certo e sabido, assim aconteceu!

O seu single de apresentação, Vá Lá Senhora, é uma grande malha, acompanhada por um vídeo pelo qual nutro bastante simpatia (muito ao género de um anuncio "Superbock"). A participação de Rui Pregal da Cunha (antigo vocalista do grupo Heróis do Mar) acrescenta não só outro tom como também outra mística, pois trata-se de um símbolo do rock português dos anos 80, num claro gesto de passagem de testemunho (pelo menos assim gosto de pensar).

Mas é Território Justo e Tenho Barcos, Tenho Remos que considero serem (além de Vá Lá Senhora) as faixas mais fortes.

A primeira é fenomenal, com uma letra que a mim me diz muito e com um momento que acho delicioso (farei o meu melhor para tentar explicar): quando chega a parte "mas tu já estavas a sangrar..." e entra a segunda voz... isto para mim é sublime! Posso ser o único a partilhar esta opinião... mas mexe imenso comigo! A vontade é cantar de "pulmão cheio" e suster as notas como quem procura que aquela sensação perdure por mais tempo.
Infelizmente não consigo explicar melhor que isto... é daqueles momentos que "se sente", mas explicar torna-se tarefa difícil.

Já a segunda, é a adaptação de um poema com o mesmo nome, de Zeca Afonso. Curiosamente faz-me sentir mais Português! Talvez porque de certa forma evoque os Navegadores e o tempo dos descobrimentos... talvez pela homenagem a um ícone da cultura portuguesa... talvez pelo aproveitamento de uma arte onde o "Português" é especialista desde que há memória (a poesia)... talvez pela magia presente dos trovadores...

Campo de Santa Clara e O Amor Separar-nos-á (na minha óptica) já ficam um pouco aquém das já mencionadas...

A primeira, não me aquece nem arrefece. Vive de pequenos momentos! Principalmente com as guitarras na recta final...
Na segunda a entrada não me cai bem, mas até ao final a própria faixa parece acabar por se "redimir", concluindo em grande estilo!

No que toca o instrumental, se comparados, prevalecem os do primeiro álbum, mas quem sabe... talvez o "novo" venha a crescer...

Conclusão: Tendo eu (e os próprios Golpes) colocado a fasquia bastante elevada, acho este G bom pelo simples facto que demonstra a continuidade do grupo bem como a sua aptidão em fazer boa música.

Apesar das inevitáveis comparações com o seu antecessor, continuam a exponenciar o bom que o "roque português" tem para oferecer...

Avé Amor Fúria!
Avé Os Golpes!



Se resultou inútil o amor,
se a semente não geminou,
procuro então território justo,
para lá da fronteira da dor

Os caminhos que eu percorri...
da Beira ao Minho...
Eu percorri ... atrás de ti...
Para te ferir, para te moldar....
mas tu já estavas a sangrar...
tu já estavas a sangrar...

Os caminhos que percorri...

da Beira ao Minho...
Eu percorri... atrás de ti...

Para te ferir, para te moldar....
mas tu já estavas a sangrar...
tu já estavas a sangrar...

Pelo caminho de ferro
pela vereda regional
elevas-te és o penedo
lugar do meu salto mortal... 

(Território Justo)



Tenho barcos, tenho remos
Tenho navios no mar
Tenho amor ali defronte
E não lhe posso chegar

Tenho barcos, tenho remos 
Tenho navios no mar
Tenho amor ali defronte
E não lhe posso chegar.

Tenho navios no mar
Tenho navios no mar
Tenho amor ali defronte 
Não o posso consolar.  

Já fui mar já fui navio
Já fui chalupa escaler
Já fui moço, já sou homem
Só me falta ser mulher.
 
Já fui mar já fui navio
Já fui chalupa escaler
Já fui moço, já sou homem
Só me falta ser mulher.

Só me falta ser mulher
Só me falta... ser mulher....

 Já fui moço, já sou homem
Só me falta ser mulher.
Já fui moço, já sou homem
Só me falta ser mulher. 

 (Tenho Barcos, Tenho Remos)

Tuesday, November 02, 2010

É impossivel não me lembrar de Django Reinhardt...

... quando ouço Caravan Palace!



Música electrónica não faz propriamente o meu género, embora haja algumas malhas que goste, bem como grupos que mesclam diferentes estilos, entre os quais constam os "ditos cujos martelinhos". Caravan Palace tem ritmo... é dançável... é alegre... com toques de jazz, música cigana ... muitas vezes metendo um violino um pouco parecido com Stéphane Grappelli... Mas é a guitarra que me chama mais à atenção pois recorda-me instantaneamente o grande Django Reinhardt!


Se calhar por isso é que gosto de Caravan Palace... 

Porque evocam dois ícones do jazz... 




Deixo-vos aqui dois temas... um dos CP e outro de DR.





Monday, November 01, 2010

I < 3 Michael Scott

(Steve Carell as Michael Scott in the show: The Office)
  
Adoro o Michael Scott! Acho que é das personagens mais brilhantemente concebidas no mundo da televisão! É uma personagem dotada de uma capacidade capaz de provocar na audiência um misto de sentimentos perante os seus feitos/atitudes. A série onde brilha, The Office (US), é uma das minhas favoritas depois de inicialmente ter começado um bocado mal. Passo a explicar...

The Office é uma série de origem inglesa criada por Ricky Gervais, um dos grandes comediantes contemporâneos, e Stephen Merchant, também ele uma figura emblemática da realidade humorística do Reino Unido! A versão inglesa, composta por apenas duas épocas, deu origem a diversas versões espalhadas um pouco por todo o mundo, sendo a versão americana a mais popular (seguida, claro, da versão original). Um dos grandes factores de sucesso do modelo britânico, além do seu humor e do maravilhoso elenco (onde a estrela cintilante é o próprio autor Gervais, na personificação do patrão David Brent) é o aproveitamento do seu material. Depois de duas épocas repletas de sucesso, Gervais decide colocar um ponto final no seu projecto pois apenas o criara para as respectivas duas seasons. Saber reconhecer a altura apropriada para sair, ainda para mais no topo, é algo que considero ser de louvar.

Uma vez visto The Office (UK), decidi ver a US version para ter um elemento de comparação! No inicio confesso que não gostava muito e estive prestes a desistir ao fim da primeira época. Isto porque a série estava demasiado colada ao material de origem, o que tinha várias atenuantes. Não só oferecia "mais do mesmo", como as ligeiras alterações nesta adaptação americana eram desleixadas e inconsequentes!
Quando o original é fantástico, as adaptações/remakes/reboots tendem sofrer com isso e a sua recepção acaba por não ser muito positiva. Contudo, à medida que a série avançava constatamos que o programa em si começa a ganhar a sua própria identidade, onde não só as personagens mas parte do conceito instala outra dinâmica. Rapidamente tornei-me fã da versão americana, onde hoje em dia afirmo algo que por muitos pode ser considerada uma completa heresia... "não sei qual dos dois modelos prefiro"! Posso argumentar que são ambas distintas de forma a esquivar uma resposta concreta, mas de facto, estão assentes no mesmo estilo! Enquanto a inglesa vale pelo seu brilhantismo e originalidade, a americana prima pela regularidade... aliás... pela qualidade crescente! Vão na sua sétima época e parece que quanto mais vejo, mais apegado fico! Michael Scott então... tornou-se um personal hero em muitos aspectos! É inconveniente, parvo, desleixado... capaz de provocar inúmeras vezes situações de "vergonha alheia"... é porém também uma pessoa de bons princípios e valores, um ser humano de enorme coração, capaz de se destacar em momentos cruciais onde mais ninguém apresenta a mesma capacidade de o acompanhar... 

Apenas vendo a série perceberão do que vos falo! Recomendo!

Sunday, October 31, 2010

MADtv: The O.J Simpson Trial




Hoje cheguei a casa e sem saber bem porque lembrei-me de rever alguns sketchs da MADtv. Para os que não sabem, MADtv é um programa de comédia, inspirado na revista MAD, criada nos anos 50. O humor presente nesta revista era/é satírico representado na forma de banda-desenhada. É considerada um dos grandes milestones da cultura americana, tendo merecido a sua adaptação num formato televisivo. O estilo humorista é semelhante em muitos aspectos ao praticado pelo célebre Saturday Night Live... aliás, a  meu ver, sempre os vi muito "taco-a-taco" pois sou fã de ambos os seus estilos de comédia. Contudo, no que toca à formação de actores o SNL tem sido claramente predominante tanto em termos de quantidade como qualidade. Também em termos de programa têm sido bastante mais regular, visto que a MADtv nos tempos que correm, desilude bastante! Não só pelo fraco cast, mas também pelo "material", longe do bom nível que nos habituaram noutros tempos. 
 Seja como for, podemos sempre contar com o material antigo, ainda disponível em grandes quantidades no Youtube

Ora, um dos meus sketchs favoritos remonta para a primeira season de MADtv e é sobre o julgamento mediático de O.J Simpson (que inclusive teve direito a transmissão televisiva, sendo um dos programas com maior audiência da história do país), algo que continua a levantar bastante polémica nos Estados Unidos. Para os que não sabem, O.J, antiga estrela de futebol americano e actor, foi acusado pelo homicídio da sua mulher juntamente com um "amigo". O que torna este caso tão polémico (segundo dizem) é que as todas provas indicavam O.J como culpado, no entanto, este conseguiu sair ilibado. É mesmo com isso que este sketch faz paródia.

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que vi isto! Ri-me às gargalhadas com o Orlando Jones (actor responsável por personificar O.J) ao ponto de ficar cansado! Obviamente reencaminhei este "tesourinho" para muitos dos meus amigos, mas não tive a oportunidade de fazer este tipo de divulgação visto que não havia disponível no Youtube.

Infelizmente não me é possível colocar o vídeo incorporado aqui no blog, portanto façam-me o favor de aceder ao link para irem directos à pagina.


(link) 


Friday, October 29, 2010

The Conversation (1974)



The Conversation (1974) é um filme escrito e realizado por Francis Ford Coppola que conta com Gene Hackman enquanto protagonista.  A personagem de Hackman é um perito em vigilância (the best there is), excessivamente cauteloso ao ponto de ser paranóico. Segue um código de conduta que impõe determinadas regras tanto no âmbito profissional como pessoal, visto que na sua linha de trabalho ambas estão intrinsecamente ligadas.
Depois de executada a sua ultima missão, Hackman acaba por ir contra as suas próprias normas, deixando-se envolver no caso... onde não só procurou obter mais informação mas como também intervém. 
Conduzido pela sua experiência e instinto, realiza que as aparências (ou neste caso "conversas") iludem, consequentemente entrando numa luta com a sua consciência que o incentiva a ir ao fundo da questão, apenas para fazer uma série de descobertas com as quais não contava...



Argumento brilhante e ainda bastante actual escrito por Coppola, que depois deste sucesso ficou anos sem escrever até o recentemente lançado Tetro (2009). Contudo, pelo meio ficaram outras das suas aclamadas obras, casos das duas restantes partes da trilogia Godfather, bem como Apocalypse Now, The Outsiders ou Rumble Fish. Mais adiante na sua carreira seguiu-se uma fase representativa do seu maior declínio, onde durante anos deixou de fazer jus ao nome que tinha criado para si durante a década de 70 e inicio da década de 80. 
Tendo eu tido o privilégio de assistir a uma palestra por parte deste grande ícone do cinema, naturalmente discuti com algumas pessoas o seu percurso enquanto cineasta. A minha mãe, também ela grande apreciadora de cinema, disse logo que Coppola teria-se "vendido" de forma a conseguir sustentar os seus "vícios". Dizem que era de tal forma "ganancioso", que abdicou da componente artística que regia a sua vida, para realizar "tudo e mais alguma coisa" a troco de grandes quantias de dinheiro. Enfim... isto só para vos contextualizar um pouco... voltando a The Conversation.


Além de Hackman contamos com John Cazale (actor nomeado por duas vezes, com apenas 5 filmes em 6 anos de carreira. Todos os 6 obras de topo !! Godfather I, Godfather II, The Conversation, Dog Day Afternoon e  The Deer Hunter), Harrison Ford e Robert Duvall num pequeno, mas significativo, papel!
O filme foi distinguido com a Palme D'Or no Festival de Cannes e ainda nomeado para três Oscars nas categorias de Best Picture, Sound e Writing Original Screenplay.
Em 1995 foi seleccionado para preservação na National Film Registry por parte da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, pela sua relevância "cultural, histórica e estética". Acho que isso resume a importância desta longa-metragem...

Nota: Enquanto apreciador de Jazz, deu-me um enorme prazer ver o Gene Hackman fazer-se passar por músico nos seus tempos livres. Várias foram as cenas onde se encontrava agarrado ao saxofone em plenas jam sessions no seu apartamento...

Thursday, October 28, 2010

After Glow


by: Foals
retirado do super álbum - Total Life Forever (2010)


I know I could not last very long at all
Without you here to break my fall
I know I could not stand alone for very long
Without you there to take my coat
'Cause you were better than whatever came before
Before you ran out and left me on the 100th floor

Get out and go and find everyone who cared for you
They won't be there to see you tomorrow
Get out, don't forget everything you cared for
For it won't be nothing more tomorrow

No, I could not do the things I did before
Leave you waiting there by that open door
You were better than whatever came before
Without you here and my heart broken to the core

Get out and go and find everyone who cared for you
They won't be there to see you tomorrow
Get out, don't forget everything you cared for
For it won't be nothing more tomorrow

No, I could not stand to be alone for long
There's something missing in the ever after glow
You were better than whatever came before
Without you here to save me, to save me from the dark

Get out, and go and find everyone who cared for you
They won't be there to see you tomorrow
Get out, don't forget everything you cared for
For it won't be nothing more tomorrow

Wednesday, October 27, 2010

The Color Purple (1985)




The Color Purple (1985) é a adaptação de uma obra literária com o mesmo nome, escrita por Alice Walker. Não posso dizer que conhecia o livro ou o seu impacto na sociedade e "mundo das letras", pois apenas ouvira falar deste enquanto filme. 

Sabia que contava com Whoopi Goldberg, Oprah Winfrey e Danny Glover . Sabia também que abordava o racismo numa época que não sabia bem remeter (parvo e mal informado como sou pensei para mim: "tempo dos escravos") e que tinha sido uma obra muito bem recebida pela critica. Sabia também que contava com a assinatura de um grande mestre do cinema, Steven Spielberg, numa altura onde este dava os primeiros passos fora do mundo dos blockbusters, por onde teve sucesso durante muitos anos. 
O filme encontrava-se à muito pendente e tendo eu mais que tempo livre hoje, decidi dar as 2h30m de atenção! E como valeu a pena!

O filme toma lugar no sul dos Estados Unidos entre o inicio até metade do século XX e conta a história de Celie, uma mulher afro-americana. Desde cedo a vida lhe foi madrasta... Acompanhamos a sua transformação de criança para mulher e pelo caminho testemunhamos os variadíssimos eventos que ocorrem. O parto dos seus filhos e eventual separação destes, o seu casamento com um homem odioso (Danny Glover), a busca incessante pela irmã de que foi forçosamente separada, a chegada de duas personagens femininas que para sempre mudariam a sua vida, entre outros acontecimentos...
Ao longo dos anos (traduzidos na acção muito bem delineada pelo Sr. Spielberg) denotamos a presença vincada de pobreza, racismo e sexismo. Confesso que sempre que pensava no "negro oprimido", imaginava um homem branco como principal responsável. Tão cego fiquei pelos habituais estereótipos que a "História" criou, que já não imaginava ver este tipo de tratamento entre pessoas que sempre foram tomadas em conta como uma unidade, principalmente em tempos de inserção e afirmação na sociedade norte-americana. Acredito também que o filme trata sobre a emancipação da mulher (principalmente a negra) e também redenção! Mantenham em mente que não estamos só a acompanhar a evolução das personagens, mas também a evolução histórica do País, e como tal, deu-me a mim particular interesse ver uma personagem como Sofia, mulher com ideais, muita raça e coragem, maravilhosamente personificada por Oprah Winfrey, num papel que lhe valeu a nomeação para Oscar. E já que mencionei Danny Glover e Oprah, não posso deixar de mencionar Whoopi Goldberg enquanto Celie (de jovem a adulta) e Margaret Avery no papel de Shug Avery. Ambas reconhecidas com uma nomeação por parte da Academia, são do melhor que esta longa-metragem têm para oferecer. Principalmente Whoopi por quem tenho muito respeito. Durante anos tomei-a principalmente por comediante, pois nunca tivera oportunidade de ver Ghost (1990) e The Color Purple, mas sempre ouvira falar das suas capacidades enquanto actriz dramática. 

Há momentos que marcam (muitos dos quais acompanhados pela banda-sonora orquestrada pelo lendário Quincy Jones) e que gostaria de vos contar, juntamente com a minha interpretação... mas por não querer adiantar informação em demasia, peço-vos que vejam este filme. Tenho noção que 90% dos casos de posts sobre filmes que aqui escrevo é para incentivar a sua visualização, contudo, não tenho problemas em afirmar que este é um colosso na minha lista de filmes predilectos. Certo que escrevo isto "ainda a quente", mas estou certo que só fico "assim altamente impressionado" quando se trata mesmo de um filme deste calibre. Tenho o cuidado em não confundir um "filme "marcante" com um "bom filme"... mas aqui trata-se de ambos! É uma espécie de conto-de-fadas, que dentro dos seus momentos de tristeza, horror e sofrimento, oferece amor que a ninguém é indiferente! Acima de tudo, é mesmo sobre isso que o filme trata... a vida, amor, compaixão, sacrifício e luta!

Sou um miúdo de "coração mole", mas garanto que é preciso ser-se de "pedra" para não se deixar tocar por esta obra-prima... Fui completamente "atropelado por uma avalanche" de diferentes sentimentos e sensações!
 Peço-vos que se ponham à experiência!


SuperBock em Stock 2010 - Cartaz Completo


Cartaz COMPLETO --> Aqui!

An Education (2009)

  

I feel old... but not very wise...
(Carey Mulligan as Jenny Mellor)

Mais uma adaptação de um livro de Nick Horsby, autor inglês conhecido por obras (agora mediáticas) como About a Boy e High Fidelity - ambas adaptadas para o cinema (High Fidelity mereceu inclusive um comentário neste blog).

An Education (2009), filme realizado pela dinamarquesa Lone Scherfig, decorre em Londres no ano 1961 e conta a história de Jenny Mellor (Carey Mulligan), uma jovem inglesa, filha de um pai bastante rígido (Alfred Molina) e uma mãe (Cara Seymour) que, embora pouco participativa, procura ser o ponto de equilíbrio. O estilo de educação tutelada pela personagem de Molina é assente em valores e costumes tradicionais, com esperança que tal educação se traduza no sucesso académico/profissional. Ao longo do filme apercebemos-nos que a implementação de medidas não se deve a uma questão de "herança familiar", mas como protecção de um investimento, ou seja, as suas decisões são acima de tudo influenciadas não pelo seu critério pessoal, mas antes por um critério no qual acredita que apresentará melhores resultados.  Jenny, apesar de ser boa aluna, de gozar de um estatuto favorável junto dos professores e de ter as suas amigas, encontra-se oprimida e sufocada durante maior parte do tempo. Uso com cuidado a afirmação "maior parte do tempo" porque existem alturas do dia onde a sua mente e alma viajam através da literatura e música para os mais ínfimos locais, principalmente para França, país que lhe fascina imensamente (inúmeras referencias ao longo de todo o filme denunciam isso). Um dia, após as suas aulas de violoncelo (hobby pelo qual nutre grande amor, mas o seu tempo de prática é altamente condicionado pelo Pai que não vê música como uma prioridade) conhece David Goldman (Peter Sarsgaard), um playboy de charme e elegância que rapidamente cativa a jovem Jenny.

Formado na "escola da vida" (ou seja, sem o tipo de educação a que Jenny tem acesso) David é, apesar de tudo, um homem culto que traz encanto e sabedoria à vida da nossa protagonista. Mas não só! Pouco a pouco começa a proporcionar-lhe os sonhos e experiências que tanto ansiava. Uma vida de glamour, recheada de música (jazz e clássica são os géneros predominantes) , festas, viagens, pessoas e ambientes com toques de burlesco. Por entre estas suas andanças, Jenny deixa-se corromper. Apresenta um declínio acentuado na sua prestação na escola, perde interesse nas pessoas da sua idade, pactua em mentiras e esquemas para levar a vida que quer, entrando mais tarde em conflitos com o seu pai (memorável - para mim - a cena em que Molina fala através da porta com Carey Mulligan). Descobertas serão feitas, lições de vida aprendidas, transformações ocorrerão... enfim...

Quero salientar a prestação de todo o elenco, desde a super-talentosa Mulligan, Sarsgaard até a Dominic Cooper, Emma Thompson e Sally Hawkins (que tem muito pouco "tempo de antena").
Os diálogos são muitos bons e tudo aponta para que a adaptação do livro tenha sido bem efectuada.
Os cenários e guarda-roupa foram algumas das coisas que me agradaram bastante nesta longa-metragem, bem como a banda-sonora (onde predominam temas de Serge Gainsbourg, Mel Tormé, Ray Charles, e outros associados ao jazz e música francesa).

As suas nomeações para a cerimónia dos Oscars (entre outros) justificam-se, estando eu inteiramente convencido que foi um dos melhores de 2009!
Recomendo!

Tuesday, October 26, 2010

Daily Show - "The Gas Hole"

Old news... mas genial...


The Daily Show With Jon Stewart
Tags: The Daily Show: Gas Hole, COMEDYCENTRAL

The One and Only...


I Remember You

(2.22 deixa-me completamente arrepiado... esta é sem dúvida um dos melhores temas cantados por NKC) 

Sing, Sing, Sing !

Travis - Sing

(adoro o vídeo/música...)
 

Sunday, October 24, 2010

Creed




Hoje deu-me para recordar alguns dos meus temas favoritos desta banda que é: Creed

Foi provavelmente no final dos anos 90 que fui "apresentado" a este grupo norte-americano, através do seu single: Higher (e não With Arms Wide Open como tinha escrito previamente). Na altura era um grande sucesso, passando com regularidade na rádio e televisão! 
Confesso que não sou um profundo conhecedor dos seus trabalhos... aliás... o meu grau de conhecimento resume-se às músicas que aqui vos vou deixar. Não obstante disso, são temas que me dão imenso prazer recordar, até porque despontam memórias dos meus tempos enquanto adolescente! (acho que nunca cheguei a sair desta fase)

Embora possamos classificar a sua música como Hard-Rock, esta é bastante mais acessível de se ouvir dado os arranjos que lhe conferem uma sonoridade mais comercial. Poderão constatar isso nos seguintes temas que aqui vos deixo...

(entretanto peço desculpa pelos videos com "letras"... era completamente escusado, mas não tive paciência para procurar versões dessas mesmas músicas)










Saturday, October 23, 2010

Brooklyn's Finest (2010) | The Other Guys (2010)



Mais dois filmes que vi recentemente, e que para bem ou para mal, gostaria de partilhar com vocês a minha opinião.

Relativamente ao primeiro, Brooklyn's Finest (2010), trata-te de mais um trabalho do realizador Antoine Fuqua, mais conhecido pela sua grande (e única) obra-prima, Training Day (2001). Desde o lançamento desse filme épico em 2001, que olho para Fuqua com alguma admiração... admiração essa que cedo se desvaneceu, apenas sobrevivendo o respeito que lhe mantenho por esse seu grande filme... contudo, não perdi esperança e atempadamente aguardo o dia em que nos apresente outro projecto que carregue todo o esplendor que Training Day nos trouxe na altura e que ainda perdura!

Achei mesmo que esse dia viria com Brooklyn's Finest. É um policial que parecia manter o mesmo registo sério e escuro da vida dos criminosos e defensores da lei, desta nas ruas de Nova-Iorque. O elenco é forte, sendo naturalmente um ponto-chave do filme. Richard Gere, Ethan Hawke, Don Cheadle e Wesley Snipes... Quatro bons actores que se unificam através de três histórias, que decorrem de forma paralela, tendo obviamente uma ligação que com o decorrer da acção torna-se cada vez mais forte!
Saliento dos quatro actores mencionados, o Wesley Snipes. Não que se tenham evidenciado mais que os outros pela sua prestação, mas pelo simples facto que este é o seu regresso à grande tela depois de uma longa ausência por diversos problemas de ordem pessoal (que inevitavelmente acabam sempre por entrar em conflito com a sua vida profissional). Snipes, que já desempenhou variadíssimos papeis, fosse para representar herói ou vilão, em filmes dramáticos, cómicos ou de acção, é alguém que gosto de ver a trabalhar! Como tal, não podia perder esta oportunidade de o ver de regresso ao meio onde pertence! Isto para dizer que ainda não tinha começado a ver o filme e já partia com "pontos a favor"! O filme lá deu inicio, as personagens iam sendo apresentadas e exploradas, a linha narrativa ia decorrendo e eu estava entretido... mas não estava maravilhado! Longe disso! Eventualmente fui-me apercebendo que na tentativa de fazerem um filme invulgar, fizeram exactamente o aposto! Procurei ser flexível com o argumento e realização, tendo como principal incentivo o nível de representação que estava a testemunhar... mas quem estava eu a enganar? Não estava especialmente encantado (de forma alguma posso dizer que tenha sido mau... but i have seen better days). Talvez um pouco duro com Brooklyn's Finest (admito que talvez de frustrado esteja a "descarregar") quero apelar que vejam o filme e tirem as vossas conclusões... nem que seja para ver estes quatro belíssimos actores contracenarem juntos! E se gostam do Wesley Snipes, então aí é obrigatório! Atentem neste último comentário... o filme é... vá... entre o razoável/bom... mas não era o que eu esperava! Ou melhor... não era ... o que eu queria!


O segundo filme, vi ontem no cinema. The Other Guys (2010), é uma comédia realizada por Adam McKay que volta a reunir-se com Will Ferrel depois de já terem colaborado por três vezes (Anchorman, Talladega Nights e Step Brothers). Além de Ferrel contamos ainda com Mark Wahlberg num filme que relata a história de dois policias completamente ofuscados por uma dupla de agentes que mais parecem vedetas de Hollywood! Dwayne "The Rock" Johnson e Samuel L. Jackson são essa dupla respectivamente, que têm uma breve, mas importante participação no filme. São eles que marcam o padrão pelo qual todos os agentes da autoridade se regem. São o exemplo a seguir! Mas isto, de uma forma satirizada! Completamente "bazófias", estas personagens que dominam o ambiente por onde passeiam e onde são sempre o centro das atenções, ilustram o estereotipo típico de policias heróis nos filmes de acção feitos ainda hoje! Salvam sempre o dia, safam-se sempre de situações impossíveis (explosões, tiros à queima-roupa, enfim... tudo o que seja considerado "morte certa"), "sacam" as mulheres mais giras (para não usar outro termo) e ainda têm tempo para serem alvo de homenagens sentidas por parte da cidade, que sofra ou não prejuízos, venera-os!
A personagem de Ferrel está bastante acomodada ao "trabalho de secretária" enquanto Wahlberg anseia pelo seu regresso às ruas, que não acontece por falta de iniciativa do seu parceiro, mas também por um incidente que basicamente o confinou a aquela esquadra. Eventualmente com o afastamento dos policias superstars, abre-se uma vaga para os novos heróis da cidade e como seria de esperar os "outros" (como são intitulados) acabam por a preencher.

Com diálogos hilariantes, algumas cenas surreais e uma boa química entre os protagonistas... temos em The Other Guys uma comédia que acerta na forma como satiriza os buddy cop movies, que hoje em dia já goza do seu próprio genre no cinema.

Recomendo! Certamente fará o serão dos apreciadores do género!




Friday, October 22, 2010

Tou numa de partilhar este clássico hoje !


Depósito de Inúteis (2010)



Saiu recentemente uma colectanea  musical com vários temas de autoria de bandas pertecentes à editora Amor Fúria!

Nessa colectanea constam grupos como: Os Golpes, Os Velhos, Quais, Verão Azul, Smix Smox Smux, entre outros, sendo por isso "Depósito de Inúteis", um trabalho representativo da "nova onda" de música portuguesa (especialmente focada no "Roque") que atesta a qualidade e potencial dos nossos artistas!

Esta iniciativa está ligada ao projecto Optimus Discos que disponibiliza os albuns em formato mp3 de forma gratuita...



Para fazer o download (legal), bem como ter acesso a informação referente ao making deste disco,  visitem o site!