Friday, January 07, 2011

Trilogia "Millennium"






Era uma vez um escritor sueco chamado Stieg Larsson
Larsson, que fora jornalista de profissão durante muitos anos, era um autentico contador de histórias nos seus tempos livres, qualidade essa que transpôs para a sua carreira enquanto escritor. 

Enquanto foi vivo nunca foi uma personagem muito reconhecida pelos leitores ou critica, no entanto, o melhor do seu trabalho ainda estava para ser divulgado. Pouco depois da sua morte em 2004, a família Larsson decidiu entregar os manuscritos de três obras que desencadeariam uma história prevista para ser editada em 9 livros.

Infelizmente, por motivos óbvios, nunca veremos aquilo que Larsson pretendia, contudo fica uma trilogia literária de grande calibre (segundo dizem, isto é).

Eis os nomes (por ordem de lançamento):


Pouco depois dos lançamentos literários, aclamados por tudo e todos, comecaram a sair as adaptações para o grande ecrã.

O primeiro vi no cinema, a titulo de sugestão de um amigo que me apresentou à história por detrás das obras e do seu autor...apelando depois à minha vontade de conhecer cada vez mais o cinema Europeu, tendo eu oportunidade de ficar familiarizado com a arte sueca.
Os restantes dois acabei por ver em casa, visto que nunca chegaram às "salas" aqui em Cascais!

Sem querer adiantar uma sinopse, quero-vos deixar uma opinião restringida aos filmes sem conhecimento das obras (não as li e pouco sei sobre elas).

Os três são bons! Muito bons! O elenco é excelente (Noomi Rapace é d'outro mundo e Michael Nyqvist não fica muito atrás), o nível de representação inacreditável e a história atesta ao génio de Larsson, que produziu um thriller recheado de intrigas, segredos, crime e outros quantos "ingredientes" que fazem deste género cinematográfico, um sucesso!

Os filmes são também muito pesados e gráficos, com cenas desconcertantes que enfatizam o sujo/corrupto/miserável que o filme retrata em certas ocasiões, principalmente quando incide sob a um grupo de personagens (cruciais na narrativa).

Esta trilogia, mal comparada, faz-me lembrar um pouco de The Godfather na forma como está distribuida a história. (a bold para não me dizerem que insinuei serem filmes parecidos)

No Millennium, vemos no primeiro (claramente o melhor dos três) muita acção decorrer, enquanto no segundo há um meio termo entre a acção e a narrativa descritiva, os flashbacks... No terceiro e ultimo capitulo, predomina a narrativa descritiva (bastante mais acentuada diga-se) que oferece o desfecho a toda a trama iniciada no primeiro e desenvolvida no segundo (naturalmente).

É um bocado como vejo o The Godfather, mas isto sou eu!

Como é habitual, quando os filmes europeus atingem um determinado grau de popularidade, surgem de imediato as adaptações americanas. O remake americano estará já em produção sob o condão mágico de David Fincher, um realizador que nos últimos anos parece não saber fazer um mau filme.

Nos papeis protagonistas estão Daniel Craig e Mara Rooney... 

Entretanto fiquem com os trailers (dos já existentes e disponíveis filmes suecos)...







Little Baby Pines


by: Sunbears!

Tenho ouvido bastante esta música nos últimos tempos... muito porque, através de uma escolha inconsciente, é o tema o tema eleito para a compilação de momentos (bons e maus) que atravessei em 2010... mas não só! Durante essa retrospectiva acabo por conjugar tempos que recuam no tempo até ao Colégio Amor de Deus.

Basicamente acabo por elaborar um videoclip de conteúdo muito pessoal, e apesar da sua dimensão, talvez um pouco cheesy e com clichés, adoro imaginar momentos de grandiosidade entre amigos em câmara lenta (por exemplo), com efeitos de luz, com o recurso de fracções de imagens seleccionadas a dedo...

Sempre tive uma apetência natural para este tipo de coisas... viajo muito facilmente através da música! E na véspera de embarcar numa nova aventura no Reino Unido (algo para o qual estou ansioso), o que mais me passa pela cabeça é o bom que deixo para trás! Por muito que venha a adorar os próximos tempos fora de casa (e que talvez até nem queira regressar), a verdade é que parece ser cada vez mais difícil lidar com  esta ideia que se abateu sobre mim. Vou ficar sem ver a minha família ou os meus amigos durante tempo indefinido...
De forma alguma hesito no que será a minha nova campanha no mundo do trabalho, mas censuram-me por ser infligido com algum medo e preocupação?

Thursday, January 06, 2011

A história de Ted Williams - Homeless Man With The Golden Voice

Um amigo meu anda há uns dias a publicar vídeos no facebook sobre um tal Ted Williams. Na altura confesso que não me despertou grande interesse, até que vi mais uma ou duas pessoas fazerem a mesma publicação. Decidi então ver o perfil desse meu tal amigo, pioneiro na divulgação do sr. Williams, para ver o que é que este tinha para oferecer.

Basicamente o vídeo conta a história desse mesmo Ted Williams, um vagabundo dotado com uma voz extraordinária, algo que constatamos de imediato quando este abre a boca pela primeira vez. Apercebemos-nos que não é por acaso que é apelidado de Homeless Man With The Golden Voice

Material digno de um filme, é uma história como poucas existem e claro está... parece que só visto nos EUA... 

Ora vejam...




Vejam aqui uma entrevista no qual descreve sucintamente a sua história até ao dia em que lhe foi proposta uma oportunidade de trabalho...

e se estão ainda muito curiosos... leiam este artigo!

Tuesday, January 04, 2011

Cyrus (2010)






Ora heis uma bela surpresa... a todos os niveis!

Detentor de boas criticas e com o aval especial de Quentin Tarantino, que o inclui-o na sua lista dos Top 20 Filmes de 2010, Cyrus foi um filme que me surpreendeu bastante (apesar de não estar de acordo com Tarantino).

Mas comecemos com a premissa:
John (John C. Reilly), um homem ainda em recuperação da separação  - mesmo volvidos 7 anos - com a sua ex-mulher Jamie (Catherine Keener), vai para uma festa a convite desta e conhece Molly (Marisa Tomei). Aquando da sua primeira conversa, nós enquanto audiência sentimos de imediato a química entre o casal. Entretanto à medida que a narrativa avança e ambos se vão dando a conhecer um ao outro, surge uma outra personagem no qual o titulo do filme se inspira. Falo claramente de Cyrus (Jonah Hill), filho de 21 anos da Molly. 

Cyrus tem uma relação de grande proximidade com a sua Mãe e parece ser um rapaz bastante equilibrado e maduro no que toca a vida pessoal de Molly. Demonstra respeito e até algum afecto por John, que tenta retribuir na mesma moeda, contudo, a sua natureza paranóica deixa-o (mesmo que no inicio inconscientemente) suspeito das intenções de Cyrus. Eventualmente são feitas algumas revelações e é desencadeado uma "batalha" entre ambos pelo amor e atenção de Molly, onde basicamente vale tudo!


Realizado pelos irmãos Jay e Mark Duplass, e produzido pelos irmãos Ridley e Tony Scott,  Cyrus é um filme que se apresenta como uma comédia...
Não só o trailer (um óptimo cartão de visita) deixa essas indicações, mas também é assim que é descrito em praticamente todas as fichas técnicas com que me deparei! Mesmo que desconhece-se os elementos até agora mencionados, bastaria-me olhar para os nomes de John C. Reilly e Jonah Hill para deduzir que se trataria de um  filme cómico.

Embora John C. Reilly seja um actor formidável com capacidades que reivindicam respeito tanto na comédia como no drama, já Jonah Hill parece só se ter afirmado no mundo do riso.
No entanto, o filme é muito mais do que aparenta ser... Mais que uma comédia, é um filme que apesar do seu humor, consegue ser muito sério. Aborda e analisa temáticas sensíveis como a recuperação de relações, a proximidade entre mãe e filho e os conflitos que podem derivar dessa condição. 

Há momentos que podem despertar o riso a muita gente, mas que mim evocaram outras sensações... Compreendi de onde vinham algumas reacção e por isso criei alguma empatia e uma sensação de solidariedade. Mas não se preocupem... terão certamente muitos momentos dignos de gargalhadas bem fortes!




Everything Happens for a Reason


Já não é a primeira vez que esta questão surge, ora no meu subconsciente, ora em conversa com amigos ou até mesmo neste blog (mas sob outro "tópico" que no fundo é o mesmo... Nada Acontece por Acaso).

No decorrer de um episódio da série Scrubs dei conta de um conjunto de cenas que andavam em torno do tema religião. 

Dentro das suas várias camadas/parcelas, despertou uma (eterna) luta entre dois lados: 

Fé (representada pela enfermeira Laverne) VS. Ciência (representado pelo Dr. Cox).

Tal forma foi o impacto desse episódio, que guardei o ficheiro para que pudesse editar (de forma muito desleixada confesso) e partilhar aqui no Tão Simples Quanto Isso. Nos motivos por detrás desta minha decisão está o facto de o assunto me dividir e interessar, mas também a chegada do "Ano Novo"... já nem sei bem explicar  porquê e sinceramente nem me apetece puxar pela cabeça tal forma é a preguiça... mas sei que na altura relacionei imediatamente à passagem de ano. 

Seja como for, acho que vale a pena ver!


Monday, January 03, 2011

Alive With The Glory of Love


by: Say Anything

banda rock alternativo com fortes influências de punk... é assim que o wikipédia os descreve...

Foi a ver Scrubs que cheguei a esta música. É um rock popzinho giro... daqueles tirados de uma cena final de uma série (literalmente)! Eu gosto! Talvez para quem ouve a música fora de contexto pareça um bocado cheesy... mas cai-me bem no ouvido! Tem energia e uma história interessante por detrás da letra...



“Alive! Alive! Alive with love, alive with love tonight…”

Saturday, January 01, 2011

Best Of 2010 - do meu ponto de vista

É já uma tradição de diversos meios de comunicação fazer um top "qualquer coisa" no final do ano... Não pretendo ser excepção até porque já o ano passado dei inicio ao que pretendo tornar uma rubrica anual deste blog.

Como tal, tendo em conta os meus interesses e também seguindo o plano que executei no final de 2009, farei um top 10 melhores filmes e álbuns. 

Não esquecer que alguns nomes podem estar fora da lista por ainda não ter visto/ouvido.

TOP 10 FILMES:
(supostamente esta lista seria sem ordem prevista, mas não me coíbo de vos chamar à atenção para o facto que os primeiros 6 filmes estão num nível  superior - volto a frisar, na minha opinião - relativamente aos restantes)

* Inception
* The Social Network
* The Town
* Buried
* Animal Kingdom
* Toy Story 3
* Winter's Boone
* Scott Pilgram VS. The World
* I Love You Philipp Morris
* Shutter Island


TOP 10 ÁLBUNS:
(sem ordem prevista)

* Foals - Total Life Forever
* Two Door Cinema Club - Turist History
* LCD Soundsystem - This Is Happening
* The National - High Violet
* Beach House - Teen Dream
* Arcade Fire - The Suburbs
* The Drums - The Drums
* Avi Buffalo - Avi Buffalo
* Wolf Parade - Expo 86
* Twin Shadow - Forget

Friday, December 31, 2010

The New Year




so this is the new year.
and i don't feel any different.
the clanking of crystal
explosions off in the distance (in the distance).

so this is the new year

and I have no resolutions
for self assigned penance
for problems with easy solutions

so everybody put your best suit or dress on

let's make believe that we are wealthy for just this once
lighting firecrackers off on the front lawn
as thirty dialogues bleed into one

i wish the world was flat like the old days

then i could travel just by folding a map
no more airplanes, or speedtrains, or freeways
there'd be no distance that can hold us back.

there'd be no distance that could hold us back (x2)


so this is the new year (x4)

The Ghost Writer (2010) | Fair Game (2010)




















São dois dos filmes que vi recentemente mas que por um motivo ou outro acabei por adiar o seu respectivo comentário. Tendo sido ambos  bastante do meu agrado, não podia deixar de fazer referência no blog, ainda para mais num ano onde escasseiam filmes merecedores de um top 2010, que estará certamente para breve.

(nota: não quero dizer com isto que não houve este ano filmes bons... apenas acho que a qualidade técnica da realização em conjunto com efeitos especiais e afins é que tomaram de assalto as salas de cinema, em oposição aos argumentos fortes e representações de luxo. Além do mais, faltam-me ainda ver alguns filmes considerados potenciais candidatos a essa lista.)

The Ghost Writer (2010), é um filme realizado por Roman Polanski, um dos grandes génios da velha guarda ainda no activo. Polanski que além de realizar, adaptou a obra e escreveu os diálogos com Robert Harris (o autor da obra The Ghost, no qual o filme se baseia). O filme contou com um elenco forte liderado  por Pierce Brosnan e Ewan McGregor (como só eles sabem), enquanto trabalhando no fundo (mas com a devida visibilidade e importância) temos Olivia Williams, Kim Catrall, Tom Wilkinson ou James Belushi (apenas para citar os nomes mais ilustres). 

Um filme com contornos bastante políticos, vemos o seu estilo bastante assente naquilo em que Polanski é mestre, e isso é o Thriller. Mantendo a audiência sempre na expectativa à espera de novos desenvolvimentos, é necessário chegarmos ao fim do filme para sentirmos algum nível de closure, que na verdade nunca chega na sua dimensão completa.

Apesar de ter feito furor na 23º Festival de Cinema Europeu, não digo que vos vai deixar boquiabertos, mas não deixa de ser um óptimo filme com Polanski a mostrar que o seu estilo de realização não se encontra desactualizado (nem nunca estará) e que ainda se consegue adaptar aos tempos modernos.



Fair Game (2010) à semelhança do primeiro filme, também carrega uma história muito politica e neste caso verídica!

Realizado por Doug Liman e com Naomi Watts e Sean Penn (a contracenar juntos pela terceira vez nas suas carreiras) nos papeis de Valerie Plame e Joseph Wilson respectivamente, o filme recai sobre um escândalo ocorrido em 2003 conhecido por The Plaime Affair. Na base deste escândalo está a denúncia da verdadeira identidade de Valerie, que trabalhava secretamente para a C.I.A. Isto levou a que não só a sua vida pessoal fosse comprometida, mas também a vida de pessoas a quem ela estaria a assistir no decorrer das suas missões. Esta denúncia surgiu por influência de forças do governo americano com o intuito de calar o seu marido (embaixador Wilson) bem como desviar as atenções de toda a polémica em torno das decisões do governo relativamente às acções no Iraque.

Ao ver o filme na companhia de alguém que está por dentro de como funciona o sistema noticiário bem como a mentalidade americana "pós 9/11", foi mais fácil para mim estabelecer pontos de ligação na compreensão do filme. Não que haja grande ciência, mas de facto reparei que a minha reflexão era mais rigorosa, com uma análise talvez "mais factual". Incidi sobre temas como a influência da comunicação social, a fraca capacidade de interpretação, e pior ainda, a falta de vontade em procurar fontes alternativas... levando as pessoas a acreditar na informação que lhes é dada... 

É também natural pensar no abuso de poder por parte de entidades como o governo americano, não excluindo outros pelo mundo fora. Aliás, podemos deduzir que onde está o poder, é passível também encontrarmos corrupção...

Recomendo que pesquisem o material de origem do filme, porque de facto é bastante interessante.

Monday, December 27, 2010

Girl Talk


Apresento-vos Gregg Michael Gillis, a.k.a Girl Talk.

Girl Talk é um projecto a solo de um homem que através do seu portátil faz o mashup de várias músicas num só tema, ou seja, recorrendo a várias samples acaba por construir uma única música. Este seu projecto vem no seguimento da ideia que a música resulta de uma fórmula matemática, sendo por isso possível (e fácil) fazer a junção de vários temas de forma fluída.



Com o primeiro álbum (Secret Diary) lançado em 2002, só recentemente, através de um amigo, descobri esta maravilha musical, com o seu quarto projecto de estúdio intitulado Feed The Animals (2008). Mantive durante algum tempo este post pendente, apenas porque precisava averiguar a consistência de Girl Talk ouvindo o seu álbum mais recente All Day (2010).


Certo e sabido, o seu quinto projecto de estúdio corresponde totalmente às expectativas e surge na mesma linhagem que o primeiro. É mexido, altamente contagiante... feito com muito bom gosto e super ecléctico. São vários os estilos musicais que são misturados... desde o rock, soul, hip-hop, blues... depois temos o indie, o underground, o mainstream... e as épocas variam desde o "mais ancestral até aos dias de hoje". Quer-me parecer (má escolha de palavras pois estou convicto do que vou dizer... e acho esta afirmação bastante consensual) que o estilo predominante é o hip-hop, nem que pela força dos beats que marcam o ritmo das músicas. Não querendo isto dizer que o resto é ofuscado pelas batidas. Tenho até um momento predilecto (vá) onde os acordes de *Hunger Strike dos Temple of The Dog, com a voz do Ludacris em cima*, fazem o meu dia.

É sem dúvida um projecto que prima pela originalidade e acima de tudo pela excelente forma como Gregg Gillis executa as misturas!


*(2.39)

Saturday, December 25, 2010

Merry Chrismukkah Pessoal!


Já agora... vejam este vídeo que está bastante interessante!

Thursday, December 23, 2010

Animal Kingdom (2010)



Depois de visto este filme Australiano (que já tinha anunciado em tempos no blog) passou a figurar no  meu top 5 do ano!


Baseado em alguns factos reais, muito assentes na realidade criminosa em Melbourne (Australia) Animal Kingdom (2010) anda em torno de uma família criminosa e o seu desmoronamento. Na base disso está o membro mais novo da família, Joshua, que involuntariamente envolvido naquela má vida, eventualmente acaba por tomar posição na resolução da narrativa!

Realizado por David Michôd conta com um argumento inacreditável e performances de luxo por parte de um elenco fabuloso (onde só conhecia Guy Pearce), com grande destaque para Jacki Weaver (que está absolutamente incrível no papel de avó e grande protectora - e vá... master mind - da família Cody).

Haverá certamente nomeação para esta actriz e acredito que o filme faça furor na categoria de Best Foreign Film.

Digo-vos mesmo... não percam Animal Kingdom! 

Já agora, explico a razão pela qual meti estes dois trailers. O primeiro foi retirado do YoutTube  por causade direitos de autor , e embora o segunda sirva o propósito, acho o primeiro brutalissimo por causa da música perto do fim (que diga-se, é muito adequada)



Wednesday, December 22, 2010

Venda de Natal em Cascais a favor da Associação Cultural Jam Session




Segue-se um texto retirado do blog Jazz no País do Improviso, a propósito da Venda de Natal que está a decorrer no centro de Cascais.

 

A Jam Session, associação cultural dedicada à promoção do Jazz, realiza no próximo mês de Dezembro, em Cascais, uma venda de Natal com o objectivo de angariar fundos para equipar a respectiva sede.

O evento decorre no Largo Cidade Vitória, n.º 36 (imediações do edifício da Junta de Freguesia de Cascais), e conta com quadros originais cedidos por artistas como Guilherme Parente, Roberto Chichorro, Eduardo Nery, Francisco Aquino, Nuno San-payo e Teresa Frazão. Além de pintura estarão também à venda CD’s autografados – oferecidos por músicos de Jazz portugueses – LP’s vintage, posters de grandes nomes do Jazz internacional e artigos diversos.

A Jam Session, associação cultural sem fins lucrativos, foi fundada em Novembro de 2010 por um conjunto de personalidades ligadas ao Jazz nacional (músicos, investigadores, promotores e produtores) e está sediada em Cascais, no Largo Cidade Vitória, nº 36. A sua missão principal é honrar e dar continuidade à tradição de quase 100 anos de Jazz no Concelho de Cascais.

 Aproveitem para visitar tanto o espaço (ideal nesta altura para encontrar presentes de natal) como a página de Facebook

Tuesday, December 21, 2010

Toy Story 3 (2010)




A Pixar por hábito não desilude... parece não saber falhar! Não me recordo do último filme desta companhia de animação que não tenha adorado... é que nem estou a falar em níveis de aceitação "moderados" ou "pouco ambiciosos". Nada disso! Estou a falar num nível de excelência que é mantido com o decorrer dos anos... e aparentemente esse registo mantém-se em 2010 com Toy Story 3.

No que concerne a franchise "Toy Story", este seu terceiro capitulo  acompanha Woody, Buzz e companhia anos mais tarde, com Andy (o seu jovem dono) perto de completar dezoito anos e a caminho da faculdade. Andy naturalmente começa a preterir dos seus brinquedos, que pouco a pouco vieram a cair no esquecimento, tendo isto levantado algumas dúvidas no seio do grupo em relação ao afecto que este ainda teria por eles. Pelo meio surgem uns mal entendidos que despontam toda a acção principal do filme, arrastando a audiência para uma aventura nova. 

Um dos aspectos encantadores desta trilogia é a sua capacidade em fazer um acompanhamento geracional sem nunca perder norte da narrativa original e as suas personagens. Mudam o ambiente/contexto, acrescentam algumas figuras... enfim! Fazem uma série de alterações que em nada diminuem a qualidade do filme. Serão poucas as trilogias que se podem gabar de manter (e até crescer) com os avanços na história! Onde o declínio muitas vezes é esperado, e por vezes até bastante acentuado (salvo algumas excepções) em Toy Story temos exactamente o oposto! E embora antecipasse o seu sucesso, nunca pensei que fosse algo desta dimensão! É certamente um dos melhores filmes de 2010 e claramente o favorito à categoria de Best Animated Picture na próxima edição dos Oscars.

At My Heels




Monday, December 20, 2010

The Most Interesting Man in The World




A equipa de marketing por detrás desta campanha esmerou-se! 

Para a marca de cerveja Dos Equis (XX) criaram uma figura de culto no meio da publicidade com um nome altamente sugestivo


Eis uma compilação de anúncios









Seguem-se alguns conselhos (que infelizmente não foram inseridos nas compilações)












Esta personagem, que na minha opinião mistura traços de Barney Stinton (How I Met Your Mother) com o humor praticado à volta do Chuck Norris, despontou nas pessoas uma apetência em criar frases (quase slogans) semelhantes às usadas nos anúncios. Isto leva-me a que eu, já com plena consciência que me estou a esticar neste post, vos deixe algumas das taglines que mais me chamaram à atenção:

(fan made)

- The flight is delayed until he gets on
- He once visited the virgin islands....... now they are just called the islands
- He only lost once in his lifetime...... his virginity.
- He's the only one to know "Victoria's Secret"


(retirado de anúncios)
- Police often question him, just because they find him interesting.
- His blood smells like cologne.
- Even his enemy’s list him as there emergency contact.
- He speeks fluent French, in Russian.
- His charm is so contagious, vaccines we’re created for it.
 - He is the life of parties he has never attended
- If he were to punch you in the face, you’d have to fight off the urge to thank him
- He's a lover, not a fighter... but he's also a fighter, so don't get any ideas 
- He once had an awkward moment, just to see how it feels. 

The Man


by: Patto

Sunday, December 19, 2010

Everlast



Ontem no carro, com iPod na mão, decidi correr a lista de artistas à procura de algo que já não ouvisse há bastante tempo...

Nisto deparo-me com Erik Schrody, mais conhecido como Everlast... 

Para muitos o líder do grupo House of Pain (reconhecível para as grandes audiências através do seu single Jump Around), para outros é apenas o artista a solo responsável por What it's Like, considerado o seu grande sucesso...

Para mim é um MC tremendo que conseguiu conjugar a sonoridade acústica de uma guitarra com batidas e letras derivadas do mundo do hip-hop de forma perfeita! É um estilo a que associo instintivamente a Everlast, por mérito próprio deste...

Deixo aqui o tema que carrega grande nostalgia na minha vida de liceu (Black Jesus), seguido de What it's Like!



Friday, December 17, 2010

Carlos Pinto Coelho (1944 - 2010)

Por lapso (e não por falta de respeito ou admiração) só hoje coloquei aqui este post!

Carlos Pinto Coelho, homem da cultura e da informação

"O Sr. Acontece" é um das grandes referencias na minha área, e como tal, não podia deixar de lhe prestar tributo no "Tão Simples Quanto Isso"









Blake Edwards (1922 - 2010)


Um dos grandes cineastas que deambulou por esta "Terra"...
... mas não é só nessa vertente que o admiro ...

Enquanto principal responsável pela "Pantera Cor-de-Rosa" é natural que esteja associado a muitas das minhas memórias de infância, visto que a Pink Panther foi uma das personagens mais presentes enquanto cresci...

Haverá certamente uma homenagem (digna do seu nome) na edição deste ano dos Oscars...








Artigos






Sábado - Rádio Radar


"Hora do Bolo"

Sábado, dia 18, por volta das 17h00 estarei na Rádio Radar para uma hora de emissão.



Thursday, December 16, 2010

Don't You (Forget About Me)



Não pude deixar de colocar este grande clássico, como forma de complementar o post anterior.

Um grande tema que assenta na perfeição à década de 80 e tudo aquilo que trouxe consigo!
(onde - por força desta música - saliento John Hughes e o filme The Breakfast Club)