Under Cover of Darkness
Thursday, February 10, 2011
Wednesday, February 09, 2011
Tuesday, February 08, 2011
"10 Movie Posters Inspired by Men’s Style"
Há muito tempo que quero ter este poster... Por ser de um grande filme... por ser vintage... por ser o Super-Homem... porque simplesmente gosto!
Em casa sem grande coisa para fazer, decidi pesquisar online de onde talvez fosse possível encomendar este artigo, e eis que me deparo com um site que oferece um poster alternativo do mesmo filme! Quando vou ver a que propósito surgiu aquele redesign (diria eu) simplista, realizo que é uma campanha promovida pela EveryGuyed no qual apresenta uma colecção "10 Redesigned Movie Posters Inspired by Men’s Style".
Ora, sei bem que o link basta, mas achei por bem colocar as imagens todas aqui, não vá o artigo ser retirado da net e não haver mais por onde procurar estes belíssimos posters...
Take a look...
Monday, February 07, 2011
Gary Moore | 1952 - 2011
Desde que iniciei o blog tive intenções de estabelecer uma espécie de rúbrica temporária, onde todas as semanas dedicaria um post a um dos meus guitarristas favoritos. Seria uma lista para 20 nomes talvez... e nessa lista constaria Gary Moore, a quem hoje presto tributo!
Faleceu ontem, dia 6 de Fevereiro, este irlandês, mestre da guitarra detentor de uma carreira notável. Destacou-se em bandas como os Skid Row ou os Thin Lizzy, mas também a solo se impôs, sempre ligado a um estilo que deambulava entre o rock e o blues (apesar de ter experimentado outros géneros).
Tocou com alguns dos grandes como B.B King, Greg Lake ou Albert King, e fez-se ele próprio um "peso-pesado da música"!
Deixa para trás uma vasta discografia e uma sucessão de grandes músicas, mas diria eu que é quase unânime que o grande tema que define a sua carreira é Still Got The Blues, um hino musical que conta a história de um homem destroçado, consequência de uma relação fracassada com uma mulher que ainda ama.
Tocou com alguns dos grandes como B.B King, Greg Lake ou Albert King, e fez-se ele próprio um "peso-pesado da música"!
Deixa para trás uma vasta discografia e uma sucessão de grandes músicas, mas diria eu que é quase unânime que o grande tema que define a sua carreira é Still Got The Blues, um hino musical que conta a história de um homem destroçado, consequência de uma relação fracassada com uma mulher que ainda ama.
Com um solo que "parte a loiça toda", é com esse tema que vos deixo...
Uma das minhas grandes referências e sem dúvida alguma um dos grandes clássicos do blues!
Use to be so easy
To give my heart away
But I found that the haeartache
was the price you have to pay
I found that that love is no friend of mine
I should have know'n time after time
So long
it was so long ago
But I've still got the blues for you
Use to be so easy
Fall in love again
But I found that the heartache
It's a roll that leeds to pain
I found that love is more than just a game
Play and to win
but you loose just the same
So long
it was so long ago
But I've still got the blues for you
So many years since I seal you face
You will my heart
there's an emty space
Used to be
(SOLO)
So long
it was so long ago
But I've still got the blues for you
Golden days come and go
There is one thing I know
I've still got the blues for you
Sunday, February 06, 2011
Saturday, February 05, 2011
De ouvir a minha Mãe cantar isto pela casa...
... agora não me sai da cabeça!
Composto em 1964 por Burt Bacharach, com letra de Hal David, Walk on By foi feito à medida para o talento de Dionne Warwick.
Este trio viria a trabalhar muitas vezes juntos, fazendo vários sucessos...
Aquando do seu lançamento, Walk on By tornou-se um sucesso intemporal, que com o tempo foi sofrendo diferentes arranjos e tocada por muitos artistas de várias gerações...
... mas é a versão de Warwick que arrebata os seus ouvintes...
É de uma elegância tremenda!
E sorte a minha ter uma Mãe que é cantora de profissão...
É um daqueles luxos/privilégios que tenho...
...ouvir isto bem cantando pelo corredor da minha casa...
E sorte a minha ter uma Mãe que é cantora de profissão...
É um daqueles luxos/privilégios que tenho...
...ouvir isto bem cantando pelo corredor da minha casa...
Friday, February 04, 2011
John Legend & The Roots - Wake Up! (2010)
Tremendo!
Com raízes assentes na cultura norte-americana, onde assumidamente se destacam os anos 60 e 70, este álbum insurge quase como voz de protesto, com grande inspiração nas campanhas eleitorais de 2008.
Wake Up (2010) é um titulo bastante sugestivo tendo em conta o que vos acabei de dizer, e na verdade, acaba mesmo por ser mesmo uma "chamada" (Wake Up Call) para tópicos como a tomada consciência social e politica, fruto da alegria e sentimentos "quase utópicos" que vieram (principalmente) com a candidatura de Obama, que tanto contagiou o País.
Mas obstante da sua mensagem ou objectivo (de grande valor diga-se), a despeito apenas do seu teor musical, John Legend e os The Roots fazem uma viagem ao passado, percorrendo varios temas, onde executam os mais diversos géneros musicais...
Do funk e soul, passando pelo blues, RnB, Hip-Hop, Gospel e até um pouco de reggae, Wake Up carrega consigo uma grande herança da comunidade "negra", que mais do que relembrar períodos difíceis, evoca momentos de união isentes de cor, raça ou religião, na procura de equilíbrio/estabilidade (a propósito das eleições e da esperança que estas incutiam no povo norte-americano).
Hereafter (2010)
Não é d'outro mundo... mas Hereafter (2010) consegue ser mais que um filme "sólido"...
Pudera!
Com uma premissa interessante, realização de Clint Eastwood, assinatura de Spielberg (executive producer) e Matt Damon no papel principal...
...mau nunca poderia ser!
~
Thursday, February 03, 2011
"Geração sem remuneração"
Há um artigo que anda a circular no facebook e que eventualmente acabou por me chamar à atenção.
Esse artigo tem como titulo "Que parvos que os precários são!", escrito por Paula Cosme Pinto e publicado no Jornal Expresso (online) dia 2 de Fevereiro 2011.
É um artigo que faz referência à actual juventude Portuguesa e à situação precária que esta vive, enquanto procura sobreviver num País que insiste em manter funcional um sistema insustentável!
De há muitos anos para cá, ainda eu era demasiado novo e ingénuo para ter verdadeira noção desta problemática, já o povo atravessava sérias dificuldades no que toca a empregabilidade, formação e imposições difíceis de acarretar por parte do governo.
É evidente que a situação só veio a piorar com o tempo, havendo cada vez menos oportunidades, mas curiosamente maior número de pessoas com acesso a educação! Não tenho números para sustentar esta afirmação, mas uma coisa é certa... pessoas formadas sem emprego não faltam! E sim... há quem diga que são os portugueses que não querem trabalhar! Que não procuram trabalho e que simplesmente se recusam a aceitar cargos para os quais são "excessivamente qualificados". Por muito válido que isso seja, e sendo do conhecimento de todos que esses casos realmente existem, não podemos fechar os olhos a tantos outros casos que dedicam uma fase importante da sua vida a obter "ferramentas" para enfrentar o mercado de trabalho, para depois não fazer proveito delas!
Não é de espantar que vejamos cada vez mais pessoas a emigrar, muitas das quais mal tratadas e ignoradas, sem ninguém para lhes dar o devido uso ou valor... e depois admiram-se! Admiram-se das dificuldades que o presente nos oferece e o futuro nos reserva...
O artigo que vos deixo à consideração... é sem eufemismos nem pudor, uma forma de tocar na ferida... fazendo uso de uma canção dos Deolinda, que à bela maneira popular, "faz barulho" na esperança de chamar alguma atenção!
Wednesday, February 02, 2011
Parabéns Vitinho
Não deve haver português (independentemente da geração) neste mundo que não saiba quem é o Vitinho!
Criado em 1986, faz hoje precisamente 25 anos de existência (!), e apesar de estar há muito tempo sem ser emitido, esta personagem criada pela marca Milupa continua a ostentar de um estatuto incrivel!
É um marco na cultura portuguesa e um símbolo intemporal de juventude!
Até a própria equipa da Google faz questão de lhe prestar tributo
Naturalmente não podia deixar de mencionar esta data "histórica", aproveitando para deixar um sentido "obrigado" pelos tempos que me "deitou na cama" durante a minha infância!
"On the oak tree I hope we feel like this forever... forever, forever ever, forever ever?"
Tuesday, February 01, 2011
Casa do Jazz - Cascais
Pessoal, anda aí um blog de seu nome "Casa do Jazz Cascais", ligado à associação Jam Session.
Nesse blog terão acesso a toda a informação relativamente às actividades que decorrem nesse espaço... desde concertos, a workshops e aulas (dança e canto).
Entretanto, para os que ainda não sabem, a associação abriu recentemente no centro de Cascais, num espaço ao lado da farmácia Cordeiro - Largo Cidade Vitória - 36 (junto à baía)
Estejam atentos à programação que promete animar a vila, bem como todos aqueles que se prestem ao local!
Se quiserem, também recomendo que adicionem Maria Viana no facebook ou que visitem a página da Jam Session na mesma rede social.
Monday, January 31, 2011
"Aim for the bushes" (The Other Guys - spoiler)
Se não viram o filme e tencionam ver... sugiro que não leiam o post que se segue (apesar de não achar uma revelação determinante)
Samuel L. Jackson e Dwayne "The Rock" Johnson fazem uma dupla incrivel que protagoniza vários momentos altos no filme The Other Guys (2010), entre os quais consta a cena "Aim for the bushes" (com o tema My Hero dos Foo Fighters - escolha super acertada - a servir de banda-sonora).
Todas as suas cenas decorrem no inicio do filme, limitando a presença dos dois actores quase à condição de cameos, cuja importância é vital para fazer descrição do típico policia "bazófia", normalmente descrito nos filmes de acção!
A titulo de curiosidade: Dwayne Johnson disse em entrevista ter consciência que a sua personagem não teria muito "tempo no ecrã", mas quando se dedicou ao argumento para descobrir a forma como "saia" do filme, ficou ainda mais determinado em participar neste filme de Adam McKay, muito pelo twist hilariante!
Das Experiment (2001)
Das Experiment (2001) é uma longa-metragem realizada pelo alemão Oliver Hirschbiegel (Der Untergang ou Five Minutes of Heaven), que anda em torno de uma experiência social de enormes repercussões psicológicas.
Baseado na obra Black Box (referência à "caixa" que servia de "solitária") de Mario Giordano (com sérias influências de uma experiência prisional em Stanford, ocorrida em 1974), o filme leva-nos a conhecer um grupo de vinte homens que, através da resposta a um anúncio colocado no jornal, procura fazer 4000 marcos em 15 dias! Para isso, terão que se voluntariar num projecto cientifico com o intuito de simular uma experiência prisional. Para esse efeito, serão divididos em dois grupos distintos: guardas e prisioneiros, sendo essa divisão totalmente aleatória (e não, como se poderia prever, através de características e informação dos voluntários).
Para melhor controlo desta experiência, todo o perímetro está sob vigilância e ainda são impostas uma série de regras de conduta, nas quais se destacam a obrigação de respeito pela força hierárquica e a proibição de actos violentos.
Após colocados no cenário onde serão observados, há o enquadramento da realidade, bem como o ajuste às suas posições e tarefas... e se no inicio as coisas são levadas de animo leve, no espírito de "não passa de uma mera experiência", com o tempo instala-se um clima insustentável de tensão e hostilidade!
Posso-vos dizer da perspectiva de espectador que o filme mexe com o sistema nervoso, tal é a ansiedade acumulada com o decorrer do tempo...
É um caso sério para ser estudado a nível de cinema, mas acima de tudo, em psicologia... sendo claro os motivos que me levam a dizer isso! Vemos a transformação de pessoas quando colocadas em determinados ambientes e sob circunstancias especiais.
Presenciamos tirania, opressão, repressão, violência (tanto física como psicológica)...tudo de forma ilícita e provocante, estimulando a reflexão sobre a natureza humana e a importância que "individualidades" acrescentam no seu meio-ambiente.
Entretanto (como não podia deixar de ser) saiu em 2010 um remake americano protagonizado por Adrien Brody e Forest Whitaker.
É como um amigo meu diz... parece que os americanos não podem ver bom cinema noutros sítios, que tem necessidade de "imitar"
Vibrafone
(Isto é um mero desabafo!)
Um instrumento que adoro ouvir em sessões de jazz é o vibrafone!
Não é propriamente muito comum naquilo que podem considerar "jazz convencional" ou standard...
Posto de outra forma, não é o instrumento que imediatamente associam quando pensam neste estilo musical!
Mas o seu uso é de facto mais frequente do que as pessoas pensam.
Posto de outra forma, não é o instrumento que imediatamente associam quando pensam neste estilo musical!
Mas o seu uso é de facto mais frequente do que as pessoas pensam.
Muitos dos grandes músicos pertencentes ao universo do jazz são peritos nesse instrumento...
Músicos como Lionel Hampton, Gary Burton, Eddie Costa ou Bobby Hutcherson
...e é com alguns deles que vos deixo hoje...
Lionel Hampton
Lionel Hampton
Chick Corea (piano) e Gary Burton (vibrafone)
Eddie Costa
e já que tamos nisto (e pela piada):
Tossed Salads and Scrambled Eggs
(o tema da série Frasier cantado pelo actor protagonista Kelsey Grammer)
Sunday, January 30, 2011
Eu sou o P.M
José Sócrates feat. Rihanna
(Rui Unas e Cláudia Semedo)
Saturday, January 29, 2011
Intacto (2001)
Foi durante uma Jim Jam Session (recentemente mencionada aqui) que me foi apresentada esta longa-metragem de Juan Carlos Fresnadillo, conhecido maioritariamente pelo seu filme 28 Weeks Later (sequela de 28 Days Later, realizado por Danny Boyle).
Intacto (2001) é um thriller de produção espanhola com Leonardo Sbaraglia, Eusebio Poncela, Mónica López, Antonio Dechent e Max von Sydow.
O filme, na minha opinião, consegue ser bastante ilustrativo da capacidade técnica e criativa de nuestros hermanos, fugindo do paradigma "contemporâneo" criado por Almodóvar, que acaba por ser o expoente máximo do cinema Espanhol.
Não lhe querendo tirar o mérito, a verdade é que isto não se deve única e exclusivamente ao seu (enorme) talento, mas também à falta de conhecimento das pessoas.
Essa falta de conhecimento pode derivar de vários factores... falta de recursos, fraca equipa de marketing/relações públicas ou simplesmente pouca demonstração de interesse.
Seja como for, espero que com este filme possa ajudar (quem lê o blog) a expandir horizontes e a dedicar um pouco do seu tempo (provavelmente) ao desconhecido.
Numa história (e o conceito que leva esta a se desenvolver) que prima pela originalidade na forma como faz abordagem ao espiritual/mágico, aqui referem-se à "sorte" como "moeda de troca", transferível entre pessoas (passível de transportar a narrativa para o campo do bizarro).
Se isto só por si não é suficiente para captar a vossa atenção, então deixem-me salientar a grande prestação do veterano sueco Max von Sydow, o elemento mais ressonante de todo Intacto.
É simplesmente maravilhoso ver este homem representar em tão boa forma!
Intacto (2001) é um thriller de produção espanhola com Leonardo Sbaraglia, Eusebio Poncela, Mónica López, Antonio Dechent e Max von Sydow.
O filme, na minha opinião, consegue ser bastante ilustrativo da capacidade técnica e criativa de nuestros hermanos, fugindo do paradigma "contemporâneo" criado por Almodóvar, que acaba por ser o expoente máximo do cinema Espanhol.
Não lhe querendo tirar o mérito, a verdade é que isto não se deve única e exclusivamente ao seu (enorme) talento, mas também à falta de conhecimento das pessoas.
Essa falta de conhecimento pode derivar de vários factores... falta de recursos, fraca equipa de marketing/relações públicas ou simplesmente pouca demonstração de interesse.
Seja como for, espero que com este filme possa ajudar (quem lê o blog) a expandir horizontes e a dedicar um pouco do seu tempo (provavelmente) ao desconhecido.
Numa história (e o conceito que leva esta a se desenvolver) que prima pela originalidade na forma como faz abordagem ao espiritual/mágico, aqui referem-se à "sorte" como "moeda de troca", transferível entre pessoas (passível de transportar a narrativa para o campo do bizarro).
Se isto só por si não é suficiente para captar a vossa atenção, então deixem-me salientar a grande prestação do veterano sueco Max von Sydow, o elemento mais ressonante de todo Intacto.
É simplesmente maravilhoso ver este homem representar em tão boa forma!
"Even if it breaks your heart..."
Cut Copy - Out There on Ice
from the album: In Ghost Colours (2008)
Acho que estou a ser convertido...
Friday, January 28, 2011
Robin Hood (2010)
Um dos filmes mais esperados de 2010!
Ridley Scott por detrás da camera, com Russel Crowe e Cate Blanchett nos papeis principais! Não parece haver melhor! O tema? Robin Hood ou "Robin dos Bosques" (como é mais conhecido entre portugueses), uma das maiores lendas do mundo literário, que para muitos de nós, foi uma das primeiras aventuras "animadas" da Walt Disney!
Então porque é que andei a adiar este filme e só recentemente é que o vi?
A resposta a essa pergunta é simples...
Tive medo!
Medo de sair tremendamente desiludido! Medo de estragar as boas recordações que tinha tanto dos desenhos animados, como do filme protagonizado por Kevin Costner em 1991! Filme esse que na minha cabeça, me apresentou no fim da minha infância a uma versão conscientemente actualizada e mais de acordo com a "história verdadeira" do arqueiro mais famoso do mundo.
Ainda por cima a situação depois piorou!
A critica estava dividida e grande parte das pessoas que eu conhecia não tinha gostado muito do filme! Cada um à sua maneira, lançavam farpas e o medo que eu inicialmente tinha, continuava a crescer. Mas algo me disse que deveria dar-lhe essa oportunidade... afinal de contas, estamos a falar de um super realizador e dois dos melhores protagonistas que Hollywood tem para oferecer!
Então assim o fiz! Vi o filme... e adorei!
Reconheço que talvez tenha sido por estar com as expectativas muito baixas, mas prefiro pensar que as pessoas é que estavam com "ilusões" de grandeza relativamente a Robin Hood (2010), fiando-se muito na ideia (e com razão) que de Ridley Scott espera-se sempre uma obra plena. Naturalmente, o filme Gladiator (2000) também contribuiu para esta situação! Digo isto porque para muitos foi inevitável fazer essa associação/comparação ao épico, que iniciou a parceria Scott/Crowe, uma das mais bem sucedidas nos últimos tempos (já vão em 5 colaborações).
Mas agora deixem-me que vos explique a razão pela qual gostei desta versão de Scott...
Comecemos com o óbvio...
Scott é um dos grandes mestres do cinema, Crowe assenta bem no papel (e tomemos em consideração que trata-se de uma personagem difícil e com muitas responsabilidades perante a sua audiência), Cate Blanchett (para não variar) está incrivelmente bem! O elenco secundário apresenta altos e baixos, mas saliento Mark Strong como um vilão "fácil de odiar" (e isso é claramente bom).
Até os cenários merecem destaque, pois são ideais e de facto fica a sensação que somos mesmo transportados para Nottingham!
Mas o que mais me impressionou nesta longa-metragem foi o seu conceito, como se de uma prequela se tratasse! A apresentação das origens de Robert Longstride (mais tarde baptizado com a alcunha Robin Hood) desde pequenos episódios da sua infância (retratados através de flashbacks), passando pelo seu envolvimento nas cruzadas lideradas pelo Rei Ricardo, o seu regresso a Inglaterra e as confusões de identidade, até ao momento em que é traído pelo reino que serviu durante anos. Aqui vemos a transformação de herói a renegado!
Pode-se dizer que enquanto as duas prévias versões mencionadas estão viradas para o entretenimento, a mais recente apresenta uma perspectiva histórica! Cruzei e filtrei a informação de todos os filmes vistos e sinto-me inquestionavelmente mais "conhecedor" da verdadeira história do Robin dos Bosques, e só por isso dou bastante mérito à última obra de Ridley Scott!
Nota: A exclusão de Robin Hood: Men in Tights (1993), do genial Mel Brooks, deve-se ao facto de se tratar de uma sátira, não sendo portanto igualmente relevante! Continua no entanto a ser uma das minhas representações favoritas desta personagem lendária!
Thursday, January 27, 2011
William Fitzsimmons
Foi em plena conversa de facebook que me lembrei de William Fitzsimmons! Nisto, apercebi-me que o seu nome ainda não é reconhecido como eu pensava (ou gostava), e apesar de já o ter mencionado num post (no qual faço referencia ao gosto musical do Zach Braff e a forma como este acabou por me contagiar), cheguei à conclusão que merecia o seu espaço a solo" no Tão Simples Quanto Isso!
Portanto, como vos disse anteriormente, cheguei a Fitzsimmons através do blog do Z.B! Passei primeiro pelas preliminares no YouTube, onde Passion Play se assumia como um favorito e também como incentivo a arranjar algum album deste compositor folk!
Com quatro projectos de estúdio até ao momento, The Sparrow and The Crow (2008) - nº1 no iTunes na categoria folk, no ano do seu lançamento - foi claramente aquele que se destacou, e não digo isto apenas comparativamente aos seus trabalhos, mas de uma perspectiva geral. "Fartei-me" de ouvir esse álbum , composto na sua maioria (para não dizer totalidade) de temas acústicos, onde Fitzsimmons sozinho ou acompanhado, encanta com as suas melodias, letras e voz suave.
O homem é um baladeiro, disso não restam dúvidas! Mete as suas experiências pessoais em cada música que compõem (um pouco como todos os outros artistas) e neste The Sparrow and The Crow em particular, é perceptível toda a angústia e tristeza que carrega consigo desde uma infância difícil ao fracasso da sua vida amorosa! E por muito que se venha associar estes tópicos aos clichés em avulso, aqui há um sabor genuíno no que canta (quase em jeito de sussurro), aliado a uma extraordinária sonoridade instrumental.
Não se admirem de fazer ligações a séries de teor dramático como "Grey's"... É natural, até porque W.F já se tornou presença assídua em uma ou outra season...
O homem é um baladeiro, disso não restam dúvidas! Mete as suas experiências pessoais em cada música que compõem (um pouco como todos os outros artistas) e neste The Sparrow and The Crow em particular, é perceptível toda a angústia e tristeza que carrega consigo desde uma infância difícil ao fracasso da sua vida amorosa! E por muito que se venha associar estes tópicos aos clichés em avulso, aqui há um sabor genuíno no que canta (quase em jeito de sussurro), aliado a uma extraordinária sonoridade instrumental.
Não se admirem de fazer ligações a séries de teor dramático como "Grey's"... É natural, até porque W.F já se tornou presença assídua em uma ou outra season...
Wednesday, January 26, 2011
Passion Pit - Manners (2009)
Foi a estreia dos americanos Passion Pit!
(e que estreia)
Se não conhecem, tratem de arranjar! É um grande álbum!
Subscribe to:
Posts (Atom)
























